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Smart Cities: cidades inteligentes ou negócios mais eficientes? | Raquel Rolnik

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Smart Cities

Quem nunca passou a receber sistematicamente anúncios de um determinado produto depois de fazer uma busca por ele na internet? Agora, imaginem essa mesma tecnologia aplicada à gestão de cidades?

As chamadas smart cities são uma tendência ao redor do mundo. O que está por trás disso é a ideia de usar a tecnologia para melhorar a gestão das cidades e aumentar a eficiência dos serviços a partir da manipulação e da gestão da chamada Big Data, massa de informações que são produzidas pelos próprios cidadãos conectados, em suas ações cotidianas, gerando uma enorme quantidade de dados sobre o que elas compram, onde vão, em que lugares consomem, que serviços usam, etc.

A questão é: esses dados são reunidos e interpretados por quem? E com qual objetivo?

Em cidades onde o modelo já é adotado, os dados são monopolizados empresarialmente. Ou seja, empresas pagam para ter acesso a eles e os usam basicamente para vender coisas. O lucro de empresas como IBM ou Cisco, envolvidas nesse negócio, está menos na remuneração de um serviço e mais no uso e mercantilização das informações geradas por ele. >>Mais+

 

início

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Microconcreto de alto desempenho

Livro aborda uso do microconcreto de alto desempenho na construção do habitat social
Microconcreto

Livro Microconcreto de Alto Desempeño – La tecnologia del MicroCAD aplicada en la construcción del hábitat social (Editora Mandarim, 200 páginas)

Obra reúne os avanços recentes na tecnologia da argamassa armada, que permite a moldagem de peças delgadas e leves. Técnica pode ser adotada para obras habitacionais, equipamentos urbanos, edifícios sociais e estruturas para saneamento básico.

As mais recentes inovações na produção de peças pré-fabricadas com argamassa armada estão reunidas no livro Microconcreto de Alto Desempeño – La tecnologia del MicroCAD aplicada en la construcción del hábitat social, recém-lançado pela Editora Mandarim em parceria com o Cyted – Programa Iberoamericano de de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento.

São 200 páginas com artigos dos pesquisadores José Adolfo Peña (Venezuela), Máximo Bocalandro (Cuba), Walter Kruk (Uruguai), Dante Agustin Pipa (Argentina), Olga Suárez (Espanha) e Paulo Eduardo Fonseca de Campos, arquiteto e professor brasileiro, da FAU USP, que organizou a edição.

Avó do concreto, a argamassa armada nasceu, em meados do século 19, por iniciativa do francês Joseph Louís Lambot. Ao longo do século 20, a técnica passou pelas mãos de gênios, como o engenheiro italiano Pier Luigi Nervi, ou o arquiteto brasileiro José Filgueiras Lima, o Lélé, e também por inovações nascidas em pesquisas acadêmicas, como as realizadas pelo Laboratório de Estruturas da USP São Carlos.

Trata-se de um material de alta resistência e baixa porosidade, por isso microconcreto de alto desempenho. E que permite a moldagem de peças delgadas e leves, possíveis de serem transportadas com equipamentos muito simples. Daí sua adequação para a construção de habitações e equipamentos de uso social.

O livro, em espanhol, reúne textos técnicos, tabelas e gráficos, dezenas de imagens de obras realizadas e, também, um pouco da história do material. Está disponível, em versão digital, no site www.microconcreto.net, mas também pode ser comprado em versão impressa, diretamente no site.

Serviço: Livro Microconcreto de Alto Desempeño – La tecnologia del MicroCAD aplicada en la construcción del hábitat social (Editora Mandarim, 200 páginas). Eduardo Fonseca de Campos (organizador), com textos de Adolfo Peña, Máximo Bocalandro, Walter Kruk, Dante Agustin Pipa e Olga Suárez. | webMandarim

AsBEA apresenta tecnologia internacional

AsBEASeminário da AsBEA terá como destaque as palestras de John Bilmon, um dos arquitetos do Cubo d`Água, de Pequim, e Kathryn Firth, chefe de design do London Legacy Development Corporation

Na edição deste ano da Feicon Batimat 2014, a AsBEA – Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura, realizará no dia 20 de março, a partir da 8hs, o seminário “Arquitetura e Tecnologia: BIM, Inovação e Gestão”, promovendo diálogos que demonstram os avanços que a tecnologia tem agregado à arquitetura e ao urbanismo.

Para contribuir com o debate sobre inovação e tecnologia em sistemas construtivos de grandes arenas esportivas para a Copa do Mundo e as Olimpíadas, o seminário da AsBEA traz John Bilmon, CEO do escritório PTW Architects, responsável pelo projeto do Cubo d’Água – Centro Aquático Nacional de Pequim – Olimpíadas de 2008, cuja concepção e construção utilizou a metodologia da arquitetura generativa, o processo de fabricação digital e BIM. Planejado pelo escritório australiano, o centro nacional de natação tem estrutura inspirada em bolhas de sabão.

Também entre os internacionais, participa do evento a inglesa Kathryn Firth – Chefe de Design do London Legacy Development Corporation – que irá falar sobre como o legado das Olimpíadas em Londres contribui para a revitalização das áreas do entorno dos centros esportivos e como as ferramentas digitais estão permitindo a gestão desse patrimônio.

Ainda sobre tecnologia BIM – Building Information Modeling, com foco em VDC – Virtual Design Construction, o arquiteto Murilo Moralle demonstrará como o uso desse processo contribui para a sustentabilidade ao permitir uma construção mais eficaz, com menos resíduos e desperdícios.

Duas abordagens sobre geoprocessamento serão apresentadas pelos palestrantes, o engenheiro Rubens Almeida e a arquiteta Mirna Cortopassi, que demonstrarão como as informações georreferenciadas têm contribuído para a gestão e a apropriação do espaço urbano pelo cidadão.

Já o arquiteto Franklin Lee, detalhará o processo de prototipagem e fabricação digital na construção civil. E a arquiteta e professora, Gabriela Celani, abordará a metodologia da gramática da forma, um caso particular da arquitetura generativa. O ciclo de palestras é encerrado com o premiado arquiteto Mário Biselli que falará sobre a importância da tecnologia na concepção e desenvolvimento de sua obra.

Seminário: Arquitetura e Tecnologia: BIM, Inovação e Gestão

Data: 20/03/2013 Local: Anhembi – São Paulo/SP

Programação:

08h50: Abertura da Conferência – Arq. Eduardo Sampaio Nardelli – Presidente da AsBEA

09h00 às 09h40: Guia AsBEA – Boas práticas em BIM

Palestrante: Arq. Murillo Morale – Membro do Grupo Técnico BIM da AsBEA e Diretor do escritório YCUB. Especialista em tecnologia BIM, foi responsável pela implementação de sistemas BIM em empresas como Edo Rocha e Promon Engenharia, e no apoio ao desenvolvimento de projetos em BIM nas Arenas Olímpícas Rio 2016 (ArqHos), Outlet Premium Rio, entre outros. É responsável pela capacitação de mais de 800 profissionais em Revit Architecture. Desenvolveu a ferramenta mYbox – aplicativo e portal para a organização e distribuição gratuita de catálogos e componentes digitais da indústria da construção para a rede de profissionais de arquitetura, engenharia e construção.

Módulo I: Gestão do Espaço Urbano

09h40 às 10h20: A Cidade é um palimpsesto

Palestrante: Mirna Cortopassi. Arquiteta e Urbanista é Conselheira do COSU- Conselho Superior de Arquitetos do Brasil pelo Paraná. Membro da AsBEA-PR. Diretora Presidente de empresas de Arquitetura e Urbanismo e Tecnologia em Inteligência Geográfica. Assessora Especial da Presidência do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Brasil. Professora Titular aposentada da UFPR em Planejamento Urbano e Regional.

10h20 às 10h40: Coffee Break

10h40 às 11h20: Ferramentas Digitais e Gestão Urbana

Palestante: Rubens de Almeida – Empresa Gisbi. É Engenheiro Civil e Jornalista profissional. Há mais de 20 anos dedicado à evolução das tecnologias que proporcionam ganhos de produtividade nas empresas e instituições, a partir do uso intensivo das possibilidades da internet. É diretor-presidente da Gisbi, empresa de consultoria voltada à inteligência e integração de dados e informações

11h20 às 12h: O Legado Olímpico de Londres: Parque Olímpico Rainha Elizabeth – Da Integração Urbana à Comunidade

Palestrante: Kathryn Firth – Chefe de Design do London Legacy Development Corporation. Com mais de 25 anos de experiência em diversos projetos, foi diretora de Design Urbano no PLP Arquitetos. Liderou inúmeros projetos de revitalização de antigas regiões industriais, incluindo o desenvolvimento de uma área ribeirinha de 15 ha, em Moscou, a reurbanização de um parque industrial nos arredores de Paris com 80 ha, Le Parc des Portes, um masterplan de uso misto para o Convoys Wharf , em Londres, e um masterplan para uma área degradada de 32ha, em Praga. Já trabalhou em ambientes urbanos complexos, tais como Victoria Transport Interchange – um trabalho de desenvolvimento urbano que vai transformar a forma como as pessoas trabalham e vivem no coração de Westminster, e um masterplan proporcionando a revitalização de um conjunto habitacional dos anos 1960, no East End, ambos em Londres.

12h às 12h20: Mesa Redonda

Participantes: Mirna Cortopassi, Rubens Almeia e Kathryn Firth

Mediadora: Arq. Miriam Addor – Vice-presidente da AsBEA e Coordenadora do Grupo Técnico BIM da AsBEA

12h20 às 13h50: Intervalo para Almoço

13h50 às 14h30: O Projeto Watercube: O Cubo d’Água – Centro Aquático Nacional de Pequim – Olimpíadas de 2008

Palestrante: John Bilmon, CEO do PTW Architects. Arquiteto que integra a equipe do escritório PTW desde 1982. O escritório é conhecido por projetos de grande escala, principalmente na Ásia. O PTW atua fortemente em projetos nos seguintes segmentos: complexos comerciais, centros de saúde, centros esportivos, infra-estrutura e planejamento urbano. Além de inúmeros títulos, John já ocupou o cargo de presidente do Instituto Australiano de Arquitetos NSW. Em 2006, recebeu o prêmio Hero Export do Conselho de Exportação Australiano, como reconhecimento por seus esforços e sucesso para o avanço e desenvolvimento dos serviços australianos em mercados internacionais. John foi o líder e responsável pela equipe de criação e planejamento do projeto: O Cubo d’Água no Centro Aquático Nacional de Pequim para as Olimpíadas de 2008. Entre os diversos projetos de destaque em sua carreira está o Sydney International Aquatic and Athletic Centres – para as Olimpíadas de 2000.

14h30 às 15h10: Arquitetura Paramétrica e Fabricação Digital

Palestrante: Franklin Lee – SubDV. Arquiteto e fundador, junto com Anne Save de Beaurecueil do escritório SUBdv arquitetura. SUBdv arquitetura é um escritório multidisciplinar, em São Paulo, que usa computação para gerar geometrias responsáveis ambientalmente para projetos de mobiliário, arquitetura e desenho urbano. Os trabalhos da SUBdv são publicados e exibidos mundialmente, incluindo 33 MAM Panorama, Bienal de Peking, Bienal de Rotterdam, Exposição Synthasoris, em Atenas, Festival de Arquitetura Londres, FILE (Festival Internacional de Linguagem Eletrônica), em São Paulo. O SUBdv também presta serviços em computação paramétrica, fabricação digital e prototipagem. Franklin Lee ainda coordena o programa AA Brasil Visiting School da Architectural Association, Londres. Foi professor da unidade 2 da AA em Londres de 2005 – 2012. Lecionou na Pratt Institute, Nova Iorque e Columbia University e é mestre pela mesma.

15h10 às 15h30: Coffee Break

15h30 às 16h10: Da Gramática da Forma à automação do processo de projeto em arquitetura

Palestrante: Gabriela Celani – UNICAMP. É arquiteta e mestre pela FAU-USP e PhD pelo MIT. É também livre-docente pela Unicamp e pós-doutora pela Universidade Técnica de Lisboa. Desde 2004 é pesquisadora e docente do curso de Arquitetura e Urbanismo na Unicamp, onde criou e coordena o Laboratório de Automação e Prototipagem para Arquitetura e Construção (LAPAC) e o grupo de pesquisas Teorias e Tecnologias Contemporâneas Aplicadas ao Projeto.

16h10 às 16h50: Arquitetura com Tecnologia

Palestrante: Mario Biselli – Escritório biselli + katchborian arquitetos associados – Gabinete de Projeção Arquitetônica. Biselli é Mestre em Arquitetura e Urbanismo, professor do Departamento de Projeto da Faculdade de Belas Artes de São Paulo e do Departamento de Projeto na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Mackenzie. Titular do Escritório biselli + katchborian arquitetos associados – Gabinete de Projetação Arquitetônica que conta com projetos em todas as escalas e temas, desde ínúmeras residências, edifícios públicos e privados, comerciais e de serviços, edifícios de interesse social, escolas, centros esportivos e templos religiosos, até projetos na escala urbana, tanto através de clientes privados como de concursos públicos.

16h50 às 17h20: Mesa Redonda

Participantes: John Bilmon, Franklin Lee, Mario Biseli e Gabriela CelaniMediador: Arq. Eduardo Sampaio Nardelli – Presidente da AsBEA

17h20 às 17h30: Considerações Finais e Encerramento

Sobre AsBEA – AsBEA (Associação Brasileira dos Escritórios de Arquitetura) é uma entidade independente, de abrangência nacional, sediada na cidade de São Paulo. É a única representante desta atividade empresarial que congrega escritórios e empresas fornecedoras de produtos e serviços do setor de arquitetura e construção civil. O papel da  AsBEA é contribuir para a contínua evolução no campo da arquitetura, para a valorização da sua importância no desenvolvimento urbano e melhoria qualitativa da construção civil do País. Os associados são escritórios de arquitetura e urbanismo e empresas fornecedoras de produtos e serviços ligados à construção civil. A estrutura estatutária prevê a existência de Regionais, já sediadas no Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Ceará e Amazonas. Elas obedecem a um Estatuto Social único, mas têm autonomia financeira e operacional. As empresas colaboradoras e patrocinadoras podem participar das atividades tanto da AsBEA Nacional quanto das Regionais.| webAsBEA

Crea-SP moderniza infraestrutura

Crea-SPO Crea-SP (Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Estado de São Paulo), como parte da iniciativa “papel zero”, que busca eliminar a utilização de documentos impressos, encontrou na Sonda IT, integradora que provê soluções de Tecnologia da Informação de ponta a ponta, uma parceira para o suporte e o desenvolvimento de um projeto de modernização da sua infraestrutura de TI. A companhia foi escolhida por meio de uma licitação pública e o negócio foi formalizado em janeiro deste ano, já com o início do processo de implementação.

O projeto envolve a digitalização de todos os documentos do Crea-SP, com mais de dois milhões de páginas iniciais e alcançando o número de 14 milhões ao longo dos meses. O objetivo é gerenciar eletronicamente e disponibilizar toda a documentação de forma online para, assim, evitar o deslocamento dos profissionais até o Conselho, proporcionando maior agilidade na tramitação e na análise dos processos.

Isso só é possível devido à utilização da plataforma de ECM (Enterprise Content Management), da EMC, software que realiza de forma eletrônica a gestão de documentos e a automação de processos de negócios do Crea-SP. Essa tecnologia suportará todas as ações de ART (Anotação de Responsabilidade Técnica), bem como do acervo técnico e dos registros de profissionais e empresas. A infraestrutura necessária para o funcionamento desta tecnologia será fornecida pela Sonda IT, com a utilização do seu Data Center, através da oferta de Cloud Empresarial, que suportará todas as operações do projeto.

Outra etapa já iniciada ocorre por meio do serviço de fábrica de software da integradora, que está identificando melhorias adaptativas no atual canal de relacionamento do Conselho, o CREANet, para que este funcione integrado à plataforma ECM e tenha a capacidade técnica de disponibilizar todo o acervo do Conselho eletronicamente.

“Com o desenvolvimento deste projeto, esperamos aperfeiçoar os serviços prestados aos profissionais e às empresas, reduzir a necessidade da presença física, através de processos 100% eletrônicos, e, desta forma, aumentar a agilidade no atendimento e na resposta às solicitações”, explica o Engenheiro Francisco Kurimori, presidente do Crea-SP.

O executivo ainda tem como objetivo utilizar este suporte tecnológico para ampliar a gama de serviços oferecidos pela instituição, proporcionando benefícios diretos aos profissionais, como o ensino à distância, a biblioteca virtual e a bolsa estágio para estudantes. “Pela magnitude do nosso projeto, precisávamos de uma empresa da amplitude da Sonda IT, que, por sua capacidade, qualidade e potencial, atendeu perfeitamente a todos os requisitos do processo licitatório”, destaca Kurimori.

A princípio, o alcance é para 1000 usuários; contudo, a expectativa é de expandir o uso do sistema para realizar toda a gestão administrativa, financeira, de recursos humanos, dos processos internos e do conselho deliberativo do Crea-SP.

“Através de serviços especializados, disponibilizamos uma experiência transformadora em conjunto com uma solução sólida de tecnologia de ponta. Temos certeza que o sucesso empreendedor promovido pelo CREA-SP é uma questão de tempo”, conclui Waldir Rodrigues, diretor de Outsourcing da Divisão de Plataformas da Sonda IT.| SondaIT

MVC concluirá 582 casas no RS

São 150 unidades em Igrejinha, 100 em Farroupilha, 300 em Canoas e 32 em Canela para o Programa Minha Casa Minha Vida

Eduardo Kunst, diretor executivo das Empresas Artecola, acompanha construção das casas na cidade de Igrejinha

A MVC fará a entrega, até abril de 2014, de 582 novas casas construídas com a tecnologia Wall System, nas cidades gaúchas de Igrejinha, Farroupilha, Canoas e Canela. Os empreendimentos estão enquadrados no Programa Minha Casa Minha Vida para a faixa de 0 a 3 salários.

Em Igrejinha, as obras estão adiantadas, com o fornecimento do kit básico pela MVC e a responsabilidade pela entrega das casas prontas em Igrejinha e nas demais cidades do Rio Grande do Sul será da Construtora AYRES, de Sapiranga. As unidades têm 42,84 m2 de área construída, com dois quartos, sala, cozinha, banheiro e área de serviço, além de espaço livre em frente à casa para a possível ampliação de mais um quarto.

Até outubro de 2013 foram construídos mais de 200 mil m2 utilizando a tecnologia Wall System e existem casas na Serra Gaúcha com mais de 7 anos de uso. As entradas de novos pedidos não param de chegar, mas hoje a MVC está limitada à liberação prévia da CEF e a empresa já solicitou uma ampliação de volume.

Mais de 1.018 unidades serão construídas em um ano – Com essas casas, a MVC deverá fechar a construção de 1.018 unidades em um ano no Rio Grande do Sul e no Rio de Janeiro, sem incluir as creches que estão sendo iniciadas neste mês de novembro. Elas fazem parte do Programa PROINFÂNCIA – Programa Nacional de Reestruturação e Aparelhagem da Rede Escolar Pública de Educação Infantil, criado pelo governo federal (MEC e FNDE), que integra o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE). Ao todo, está prevista a construção de 1.400 creches (aproximadamente 1,3 milhão de m2), em diversos Estados brasileiros, até o final de 2014.

O Sistema Construtivo Wall System – Em vez dos materiais tradicionais, as casas e creches são construídas com sistema Wall System, com painéis do tipo sanduíche de lâminas em compósitos reforçados com fibra de vidro (similar ao que se usa em aviões, ônibus, barcos e trens), núcleos especiais que garantem o desempenho térmico, acústico e resistência a fogo. Para as casas a estrutura é metálica. Para as creches o sistema é ainda mais inovador e utiliza estrutura em perfis em compósitos de alto desempenho reforçado com fibra de vidro e produzidos pelo processo de pultrusão. Entre as vantagens em relação ao processo tradicional o sistema oferece maior velocidade de construção, durabilidade, resistência, flexibilidade, conforto térmico e acústico, obra limpa e desperdício zero.

Por se tratar de um sistema construtivo industrializado, a racionalidade dos processos garante maior velocidade na execução da obra, além de ser tecnicamente superior em relação aos padrões construtivos convencionais. As vantagens do Wall System vêm sendo comprovadas nos últimos oito anos de existência do projeto, quando as primeiras casas foram construídas em Caxias do Sul e também por todas as homologações e certificações, incluindo a norma de desempenho NBR 15.575.| MVC