Archive for the ‘sustentabilidade’ Category

Saneamento | saúde, produtividade e renda
15/06/2014

Uma conquista importante para a sociedade e o País seria a universalização do serviço de saneamento. Tecnologias compactas e modulares, que tratam efluentes, podem acelerar esse processo
saneamento

Adriano Gagliardi Colabono: saneamento é importante para a sociedade e o País

O que saneamento básico tem a ver com o trabalho e a produtividade? Tudo. A ocorrência de doenças infecciosas ocasionadas pelas más condições de saneamento e esgotamento sanitário está entre as principais causas de faltas no trabalho e baixa produtividade do trabalhador. Desde 2002, a Organização Mundial da Saúde (OMS) considera este um dos dez principais fatores de graves consequências para o ser humano. E isso não é à toa.

Embora os números referentes ao tema já tenham sido divulgados, é importante reforçar a necessidade de ampliação dos serviços de saneamento básico no País. Segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), somente 53% dos brasileiros tem acesso à rede de esgoto e apenas 40% do esgoto são tratados.

De acordo com o estudo ‘Benefícios Econômicos do Saneamento Brasileiro’, apresentado pelo Instituto Trata Brasil e o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), com base em pesquisa realizada pela Consultoria Econômica Ex Ante, a universalização do saneamento básico no Brasil exigiria investimentos de R$ 313,2 bilhões (valores de 2013), com significativos benefícios que se estenderiam numa cadeia, incluindo aspectos educacional, profissional e de renda salarial.

É como um efeito dominó: falta de saneamento, problemas de saúde, mais faltas na escola e no trabalho, baixo rendimento, formação comprometida, profissionalização prejudicada, pouca produtividade e baixa renda salarial, e perdas econômicas. Ampliar o acesso da população a estes serviços só traria vantagens para o desenvolvimento do País, em produtividade, qualidade de vida e custos.
Isto porque a cada R$ 1 milhão investido em obras de esgoto sanitário são criados 30 postos de trabalho diretos e 20 indiretos, além daqueles permanentes quando o sistema entra em operação. Com investimentos de R$ 11 bilhões por ano estima-se a geração de 550 mil novos empregos no mesmo período.

Na área de saúde, o efeito seria ainda mais positivo. Em 2013, foram notificadas ao DataSus 340 mil internações por infecções gastrointestinais, correspondentes a 900 mil dias de trabalho perdidos. A universalização dos serviços de água e esgoto possibilitaria uma redução de 23% dos afastamentos por diarreia, com economia de R$ 258 milhões por ano, e seriam evitadas 74,6 mil internações, R$ 27,3 milhões em gastos com saúde.

Além disso, a produtividade aumentaria em 13,3%, favorecendo o aumento da renda. Vale destacar que trabalhadores sem acesso à coleta de esgoto ganham salários, em média, 10,1% inferiores aos daqueles que moram em locais com coleta de esgoto.

Há muito a ser feito. É lamentável que as 81 maiores cidades do país descartem 5,9 bilhões de litros diários de esgoto sem tratamento. Se os investimentos em saneamento continuarem no ritmo atual, apenas no ano 2122 todos os brasileiros terão acesso a esse serviço básico: é muito tempo.

Toda urgência é necessária, por isso, destacam-se no mercado tecnologias compactas que tratam efluentes e aliam praticidade, funcionalidade, com fácil adequação a diferentes projetos e possibilidade de expansão. A união entre iniciativa pública e privada pode tornar esses meios em solução, mais rápida e eficiente.

Por Adriano Gagliardi Colabono, supervisor comercial interino e supervisor de engenharia de aplicação da Unidade de Negócios Mizumo – referência nacional em projetos para estações pré-fabricadas para tratamento de esgoto sanitário.| webMizumo

CAU/SP | dicas para uma casa sustentável
02/06/2014

Segundo  Afonso Celso Bueno Monteiro, presidente do CAU/SP – Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo: “As empresas se preocupam muito com a questão da sustentabilidade, até para passar uma boa imagem ao público. Por isso estão investindo cada vez mais em práticas sustentáveis”
CAU-SP

Afonso Celso Bueno Monteiro, Presidente do CAU/SP

O Brasil já é o quarto país do mundo com o maior número de obras certificadas por sustentabilidade, atrás apenas dos Estados Unidos, China e Emirados Árabes Unidos, segundo dados do Green Building Council Brasil (GBC). No entanto, essa prática ainda é adotada predominantemente em empreendimentos comerciais.
Mas, o dirigente do CAU/SP acredita que esse movimento pode começar a conquistar mais adeptos também em projetos residenciais.  “As pessoas estão mais conscientes e cada um querendo também fazer a sua parte. Porém, muitas não sabem exatamente como e o que pode ser feito ou acreditam que para isso seja necessário um alto investimento”, garante o presidente do CAU/SP.

Uma casa deve atender a inúmeras exigências técnicas para ser considerada plenamente sustentável, desde a escolha do material utilizado na sua construção. Ainda assim, segundo o dirigente do CAU/SP, é possível adotar medidas simples e de baixo custo, como também hábitos corretos no dia a dia, que dão ótimos resultados e certamente contribuem com o meio ambiente. A seguir, Monteiro sugere algumas práticas que podem ser facilmente adotadas para se ter uma casa sustentável:
– Quanto mais e maiores forem as janelas, melhor se aproveita a luz natural. Além de economizar energia elétrica, garante uma boa ventilação;
– Nas janelas, pode-se instalar toldos e brises, evitando o superaquecimento da casa especialmente nos dias de calor, evitando também o uso de ventiladores ou ar-condicionado;
– Prefira as lâmpadas fluorescentes ou as de LED, que são bem mais econômicas e duráveis do que as incandescentes;
– Com queda dos preços observada nos últimos anos, os painéis de energia solar estão se tornando cada vez mais acessíveis e já são uma alternativa a ser considerada para reduzir o consumo de energia elétrica;
– Responsável por um dos maiores desperdícios de água, a descarga pode se tornar mais econômica se tiver uma caixa acoplada. Com dois botões diferentes, pode-se dar descarga com apenas 3 litros de água (botão menor) ou 6 litros (botão maior);
– Com o uso de calhas, cisternas ou tanques, pode-se coletar a água da chuva e aproveitá-la em situações que não exigem água potável, como regar o jardim, lavar carro e quintal ou até mesmo na descarga dos vasos sanitários;
– Usar torneiras com aerador (espécie de “chuveirinho”), que garante uma menor vasão de água, mas a sensação é justamente a contrária;
– Ao comprar aparelhos eletrônicos e eletrodomésticos, escolha aqueles que têm o selo PROCEL, que indica melhor eficiência energética. Ou seja, consomem bem menos. | webCauSP

CasaE | Mata Atlântica no jardim
29/04/2014

Vegetação original da Mata Atlântica é mais resistente e permite economia de insumos. Pássaros já começam a habitar a pequena floresta da CasaE

O jardim de plantas nativas da Mata Atlântica e Cerrado da CasaE, Casa de Eficiência Energética da BASF, que fica na Zona Sul da Capital, já está virando uma pequena floresta e começa a atrair novos moradores. Um beija-flor construiu seu ninho e dois filhotes nasceram em fevereiro. “É uma prova da funcionalidade da mata nativa. A expectativa é que outros pássaros façam o mesmo e venham habitar o espaço”, afirma Ricardo Cardim, Botânico responsável pelo projeto.

CasaE

CasaE, Casa de Eficiência Energética da BASF, ganha jardim de plantas nativas da Mata Atlântica e Cerrado

Além de muito resistentes, as plantas nativas regionais são mais sustentáveis: demandam baixa manutenção, menos insumos, como adubos e produtos de combate às pragas, já que não costumam sofrer ataque. Também economizam água porque funcionam baseadas no regime de chuvas da região, exigindo menos rega.
A irrigação, inclusive, é feita com a água da chuva que é recolhida por meio de pisos drenantes e armazenada em reservatórios para reutilização.

“É o primeiro jardim em uma construção sustentável com uso exclusivo de plantas nativas, fazendo da CasaE uma edificação única em sustentabilidade regional”, garante Cardim.

Segundo o botânico, se fosse um jardim com plantas estrangeiras, como normalmente se faz, seria preciso tratar doenças, investir em adubo, podas, além de consumir maior volume de água. “A maior parte da vegetação utilizada nas grandes cidades para arborização e paisagismo é de origem estrangeira, o que extinguiu espécies nativas e causou desequilíbrio ecológico”, explica Cardim.

O paisagismo da CasaE foi planejado após pesquisas sobre a vegetação que existia no local no passado. A construção está localizada onde ficava a margem do riacho Cupecê, hoje canalizado embaixo da Avenida Prof. Vicente Rao. Como resultado, foi recriado um trecho de Mata Atlântica nativa de São Paulo, com espécies quase extintas na metrópole, como o cambuci (Campomanesia phaea) e a copaíba (Copaifera langsdorffii). Boa parte das espécies presentes produz frutos para o homem e para a fauna.

Além de criar a oportunidade para que as pessoas conheçam as principais espécies nativas, o jardim da CasaE gera melhorias significativas na qualidade de vida. As plantas auxiliam na filtragem e remoção dos gases e partículas poluentes do ar, aumentam a umidade do ar pela liberação de vapor de água, absorvem o carbono emitido pelos veículos, atenuam a poluição sonora, diminuem as ilhas de calor e promovem maior conforto psicológico.

Espécies nativas de São Paulo presentes no jardim da CasaE: angico – branco (Anadenanthera colubrina) / Ingá (Inga sp.) / palmito-jussara (Euterpe edulis) / capororoca-vermelha (Rapanea ferruginea) / guatambu (Aspidosperma sp.) / embiruçu (Pseudobombax grandiflorum) / cereja-brasileira (Eugenia brasiliensis) / angico do cerrado (Anandenanthera falcata) / canela (Nectandra megapotamica) / cambuci (Campomanesia phaea) / jequitibá-branco (Cariniana estrellensis) / cedro-rosa (Cedrela fissilis) / pau-viola (Cytharexylum mirianthum) / manacá-da-serra (Tibouchina mutabilis) / tapiá (Alchornea sidifolia) / camboatã (Cupania vernalis) / cabeludinha (Plinia glomerata) / araçá (Psidium cattleyanum) / pitanga (Eugenia uniflora) / jerivá (Syagrus romanzoffiana) / copaíba (Copaifera langsdorffii).

Sobre a BASFA BASF é a empresa química líder mundial: The Chemical Company. Seu portfólio de produtos oferece desde químicos, plásticos, produtos de performance e para proteção de cultivos, até petróleo e gás. Nós combinamos o sucesso econômico, responsabilidade social e proteção ambiental. Por meio da ciência e da inovação, nós possibilitamos aos nossos clientes de todas as indústrias atender às atuais e futuras necessidades da sociedade. Nossos produtos e soluções contribuem para a preservação dos recursos, assegurando nutrição saudável e melhoria da qualidade de vida. Nós resumimos essa contribuição em nossa proposição corporativa: “We create chemistry for a sustainable future” – Nós transformamos a química para um futuro sustentável. A BASF contabilizou vendas de €74 bilhões em 2013 e contava com mais de 112 mil colaboradores no final do ano. As ações da BASF são negociadas nas bolsas de valores de Frankfurt (BAS), Londres (BFA) e Zurique (AN). Mais informações sobre a BASF estão disponíveis no endereço http://www.basf.com.br ou nos perfis corporativos da empresa no Facebook (BASF Brasil) e no Twitter (@BASF_brasil). /– As vendas na América do Sul totalizaram, aproximadamente, € 4.2 bilhões em 2013 (Esse resultado abrange os negócios realizados pelas empresas do Grupo na região, incluindo a Wintershall – empresa situada na Argentina, voltada a produção de petróleo e gás). /- Na América do Sul, a BASF contava com mais de 6 mil colaboradores em 31 de dezembro de 2013.| webBASF

Sobre a CasaE – A CasaE é a primeira Casa de Eficiência Energética da BASF no Brasil e a 10ª unidade da empresa no mundo. O projeto recebeu soluções inovadoras desenvolvidas pela BASF e pelos parceiros envolvidos com o objetivo de reduzir o consumo de energia e a emissão de CO2./ O sistema construtivo utilizado para as paredes, foi o Sistema ICF – Insulated Concrete Formwork – blocos feito com Neopor® – poliestireno expandido. Esta inovação, além de tornar a obra mais rápida e limpa, é responsável por um isolamento térmico eficiente. A estimativa de economia de toda a energia necessária é de cerca de 70%./ A BASF tem entre seus pilares a construção sustentável e oferece soluções voltadas à eficiência energética, além de materiais de alto desempenho, design e decoração. São plásticos, poliuretano, produtos químicos para construção, tintas, vernizes e pigmentos de última geração. Todos esses materiais foram aplicados na CasaE com o objetivo de mostrar ao mercado de construção o que existe de mais moderno em termos de obra de eficiência energética.| webCasaE

Hannover promove a solução para o lixo
28/04/2014

A Hannover Ambiental de Brasília inovou e criou uma tecnologia a baixo custo para minimizar o problema do lixo nas cidades bresileiras
Hannover

Hannover: transformar os resíduos em gás de síntese, utilizado como combustível para a co-geração de energia

Desde o dia 2 de agosto de 2012, o governo federal fica impedido de liberar recursos para estados e municípios destinados a investimentos na área de resíduos sólidos caso não sejam apresentados, pelos interessados, os respectivos planos de gestão. Pela lei, até 2014, todos os lixões estarão desativados e os rejeitos de todo o país devem ser encaminhados para aterros sanitários.

A empresa brasileira Hannover Ambiental de Brasília desenvolveu uma tecnologia avançada para transformar o lixo em energia e para a reduzir e inertizar os resíduos urbanos e hospitalares.

Trata-se de uma Usina de Processamento com tecnologia de PLASMA capaz de processar o lixo e transformar os resíduos em gás de síntese, utilizado como combustível para a co-geração de energia e redução na emissão de gases tóxicos na atmosfera, sem efluentes ou aterros.

O diretor da Hannover, Sr. Roberto Morale, comenta abaixo os problemas e soluções para a questão do lixo no Brasil.

1-Atualmente as prefeituras com menos de 150.000 habitantes possuem um problema gravíssimo para cumprir a Lei de Resíduos, a maioria dos pequenos municípios possuem apenas “lixões”e não tem escalabilidade para atrair investidores para Aterro Sanitário, que só possuem viabilidade econômica a partir de 200 toneladas/dia.
2- Os prefeitos recebem TACs (Termo de Ajustamento de Conduta) do Ministério Público e não têm como cumprir a Lei, pois não possuem recursos nem empresas dispostas a investir em aterros sanitários em municípios pequenos, se forem formados consórcios, o frete é um empecilho, fica caro transportar o lixo até o município que possui um aterro.
3- Alguns aterros não estão dentro da legislação, nem geram energia, obrigatório por Lei.
4- Alguns aterros “tentaram” gerar energia com motores movidos a pistão a gás, mas a manutenção, a cada 3 meses, é enorme e o custo torna o investimento inviável.
5- As soluções até hoje apresentadas são de usinas de incineração, caríssimas e 100% importadas, não tendo atraído investidores dispostos a aportar o capital necessário.
6- As soluções com PLASMA, de multinacionais americanas não têm viabilidade econômica, pois o plasma dessas empresas funcionam com muita energia, argônio e muita amperagem, para cada tonelada recebida gasta-se mais em energia do que o dinheiro recebido, a equação é NEGATIVA, no mundo onde tem instalações deste tipo o governo subsidia a operação, portanto não tem viabilidade para uma empresa privada operar.

A Solução da Hannover:
1- O PLASMA utilizado pela Hannover é 100% tecnologia nacional dominada pelos engenheiros da empresa e seu custo de operação é muito baixo e o consumo x geração de energia é positivo deixando o excedente de energia para ser comercializado.
2- A Hannover promoveria uma PPP (Parceria Publica Privada) por 30 anos com empenho de receita do município e venda da energia excedente da co-geração com desconto atrativo ao município.
3- Para a formação desta PPP, primeiro é realizada uma audiência pública na assembléia legislativa, com o Ministério Público e a sociedade civil, após a aprovação é elaborada uma LEI MUNICIPAL , a prefeitura tem o direito de comprar a energia elétrica da usina com 30% de desconto sobre a tarifa que paga atualmente, com a autorização legal da ANEEL, esta é a equação que nos daria a rentabilidade, pois ao pagar 30% menos, o município estaria transferindo o lucro, que iria para a concessionária, para receita da USINA, e esta resolveria o problema dos resíduos, solução bem simples, o restante da energia gerada seria vendida para o mercado livre.
4- A prefeitura cederia a área onde existe o lixão e a Hannover construiria a usina, o projeto ainda contemplaria um local apropriado para a associação dos catadores com equipamento de segurança para a triagem dos resíduos, auxiliaria na venda dos resíduos e receita revertida (100%) para uma associação dos catadores.
5- Atualmente o governo libera verbas através do PAC para as cidades construírem seus aterros e depois estes aterros, por falta de manutenção, viram um Lixão. | webHannover

Odebrecht | Coleta à vácuo de resíduos
07/04/2014

Parque da Cidade, empreendimento da Odebrecht Realizações Imobiliárias, usa tecnologia para gestão de energia, água, resíduos e estacionamento, está entre os 18 projetos mais sustentáveis do mundo. Sistema ICT e lixo a vácuo são algumas das tecnologias de ponta utilizadas
Odebrecht | Coleta à vácuo de resíduos

Parque da Cidade, empreendimento da Odebrecht Realizações Imobiliárias, usa tecnologia para gestão de energia, água, resíduos e estacionamento, está entre os 18 projetos mais sustentáveis do mundo.

Localizado na Zona Sul da capital paulista, o Parque da Cidade, empreendimento da Odebrecht Realizações Imobiliárias (OR) referência em planejamento urbano, está entre os 18 projetos do mundo que integram o programa “C40 Climate Positive Development Program” (CPDP), uma iniciativa do grupo C40 Cities, em parceria com o Clinton Climate Initiative (parte da Fundação Clinton) para lidar com os desafios de urbanização desenfreada e combater as mudanças climáticas. O CPDP inclui os melhores projetos em todo o mundo que tenham a proposta de conseguir saldo climático positivo, reduzindo as emissões de carbono por meio de um desenvolvimento economicamente viável e ecologicamente sustentável.

O Parque da Cidade, previsto para ficar totalmente pronto até 2019, conta com diversas soluções tecnológicas que promovem a sustentabilidade e facilitam o dia a dia dos moradores. Uma das tecnologias adotadas é o sistema interativo ICT (Information and Communication Technology), que informará em tempo real o consumo de água e energia, condições de trânsito e previsão do tempo, entre outros dados. Composto por infraestrutura e redes, sistemas e serviços e canais de mídia, o ICT contempla desde sistema de controle de estacionamentos, gestão de resíduos e controle de acessos até quiosques de informação e totens. A ideia é permitir também o acesso aos dados por diferentes tipos de usuários — residentes, proprietários, visitantes, funcionários e os chamados facilities manager, que administram o empreendimento e, ainda, por meio de diferentes ferramentas, como computadores, smartphones e tablets.

Outra solução utilizada será o sistema de coleta a vácuo de resíduos que facilita a coleta seletiva e aumenta a reciclagem, reduzindo o volume de resíduos enviados para aterros. A tecnologia de coleta de lixo por aspiração, desenvolvida pela empresa sueca ENVAC, já está em operação em uma série de países ao redor do mundo, como Suécia, Espanha, Portugal, Emirados Árabes, Inglaterra e França. O Parque da Cidade será o primeiro empreendimento imobiliário da América Latina a implantar esse sistema.

O usuário pode depositar os seus resíduos 24 horas por dia nas entradas específicas para lixo comum, reciclável e orgânico. Em seguida, os resíduos são transportados por meio de um fluxo de ar forte, que os lança na rede de tubulação subterrânea até um posto de coleta, onde cada tipo de resíduo é armazenado em recipientes herméticos separados e, depois, seguem para tratamento final. Além de eliminar barulhos e odores, a tecnologia permite ampliar em 35% o volume de materiais reciclados.

Na prática, o complexo é formado por construções sustentáveis que levam em conta itens como eficiência energética, consumo e conservação de água e gerenciamento de resíduos. Além de integrar o Climate Positive Development Program, o projeto Parque da Cidade segue os parâmetros da certificação LEED ND (Neighborhood Development), sistema de certificação e orientação ambiental de edificações, criado pelo US Green Building Council. Ele é o selo referência em gestão ambiental e urbanística de maior reconhecimento internacional e o mais utilizado em todo o mundo, inclusive no Brasil. A certificação LEED ND, ainda inédita na América do Sul, é atribuída aos empreendimentos que impactam positivamente nas comunidades em seu entorno.

Ocupando um terreno de aproximadamente 83 mil m² na zona sul da capital paulista, o complexo multiuso Parque da Cidade é composto de dez torres, sendo cinco corporativas, uma de escritórios, duas residenciais, um shopping e um hotel. Com público estimado de 65 mil pessoas por dia, entre moradores e visitantes, ele está totalmente integrado a uma área verde de 22 mil m². O projeto está em completa harmonia com os planos municipais de revitalização da região da Chucri Zaidan, estabelecidos pela Operação Urbana Água Espraiada da Prefeitura Municipal de São Paulo.

Sobre a OR (Odebrecht Realizações Imobiliárias) – Presente em todas as regiões do Brasil, com escritórios regionais em Salvador, Recife, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Campinas e Brasília, a OR (Odebrecht Realizações Imobiliárias) desenvolve projetos residenciais, empresariais, comerciais e de uso misto que atendem às necessidades e peculiaridades de cada localidade e de públicos distintos, sempre mantendo o padrão de excelência que caracteriza a empresa. A OR (Odebrecht Realizações Imobiliárias) atua hoje em 21 cidades, de sete estados, além do Distrito Federal, e conta hoje com cerca de oito mil integrantes. A OR (Odebrecht Realizações Imobiliárias) é membro fundador do Green Building Council, organização que visa fomentar a indústria de construção sustentável no país, e possui empreendimentos com a certificação LEED. Também trabalha com outros selos verdes, como o Aqua, o Procel e o Selo Azul da Caixa.| webOR

Verde que falta nas cidades e o calor
25/03/2014

Benefícios fiscais trarão mais verde e qualidade de vida para as cidades brasileiras
Renan Guimarães A.T.Verde

“Mais verde e qualidade de vida para as cidades”

O Brasil tem vivido intensas ondas de calor. A sensação térmica chegou a 40ºC em vários municípios. No Rio de Janeiro, ultrapassou os 46ºC. Janeiro de 2014 foi o mais quente já registrado pelo Inmet na capital paulista, desde o início das medições realizadas no Mirante de Santana, em 1943. Curitiba tem recorde de alta temperatura, e Porto Alegre chegou a estar entre as cidades mais quentes do mundo, entre outros exemplos.

As pessoas sofrem com a baixa umidade do ar. A justificativa pode estar nas mudanças climáticas ou em algum processo natural com o qual não estamos acostumados, mas nada muda o fato do que intensifica esse calor: a ausência de verde nos centros urbanos cobertos de asfalto e concreto.

Telhados verdes e jardins verticais, por exemplo, melhoram o conforto térmico de qualquer ambiente. Espalhados pelas cidades, envolvendo edifícios em grandes avenidas, casas e lojas, trariam benefícios incontáveis, principalmente no verão. Casas e prédios usariam menos o ar condicionado, e as pessoas não enfrentariam tantos problemas respiratórios. Problemas com enchentes seriam atenuados, já que a água da chuva pode ser captada pelos ecotelhados. Sistemas com reservas de água e que reutilizem a água pluvial e de esgoto seriam os mais adequados em regiões secas e castigadas por altas temperaturas.

A necessidade de mais infraestrutura verde urbana é pauta em muitas cidades brasileiras. Já existe o reconhecimento de que precisamos modificar a forma com que estruturamos as nossas cidades e que é fundamental trazer a natureza de volta. Discute-se, inclusive, formas de beneficiar àqueles que adotarem práticas de infraestrutura verde, como telhados e paredes verdes, uso de energias renováveis, arborização, agricultura e apicultura urbana, tratamento e reaproveitamento de águas pluviais e até mesmo cloacais. No entanto, cada cidade tem sua própria normatização a respeito.

Goiânia e Guarulhos têm normas semelhantes que concedem descontos sobre o IPTU dos imóveis daqueles que dotarem seus empreendimentos com técnicas de infraestrutura verde. Por elas, o desconto pode ser de até 20% da alíquota pelo período de cinco exercícios consecutivos, havendo a fiscalização periódica do município para verificar o cumprimento das medidas.

São Bernardo do Campo/SP também tem o seu IPTU Verde, beneficiando as áreas de cobertura vegetal dos imóveis. Outras cidades brasileiras já adotaram o IPTU Verde promovendo técnicas de infraestrutura verde, como São Vicente/SP, ou o colocam entre seus projetos. São Carlos/SP reduz em até 2% o IPTU dos imóveis que tiverem áreas permeáveis vegetadas no seu perímetro, podendo, assim, os telhados verdes serem utilizados para esse fim.

Porto Alegre/RS ainda não possui IPTU Verde, mas existe a possibilidade de substituir com telhado verde parte da área do imóvel que deveria ser livre de edificações, podendo construir mais no terreno. O município do Rio de Janeiro criou o selo Qualiverde que beneficia tais técnicas e quem adquire tem preferência nos processos de licenciamento da obra. Quanto a benefícios fiscais, já foram encaminhados projetos normativos para que os que possuírem o selo possam ser contemplados com benefícios fiscais.

João Pessoa possui lei que, inclusive, obriga à instalação de telhados verdes em determinadas construções, e nela ainda está prevista a criação de incentivos fiscais para esse fim. São Paulo, Curitiba e muitas outras cidades têm projetos semelhantes, apesar de suas imperfeições.

Verifica-se em todo o Brasil o encaminhamento de muitos projetos para serem aprovados que colocam os incentivos como o principal caminho para promover a natureza nos ambientes urbanos. A tendência, assim, é o aumento gradual do número de municípios que oferecem descontos das alíquotas do imposto aos que adotarem as tecnologias de infraestrutura verde nas suas edificações.

Certamente, essas iniciativas trarão mais verde para os centros urbanos e nos ajudarão a enfrentar os próximos períodos de verão com mais qualidade de vida. Afinal, não bastam medidas para combater as mudanças climáticas, precisamos de mais conforto para convivermos com elas.

Renan Guimarães – secretário executivo da Associação Tecnologia Verde Brasil e especialista em direito ambiental| webATVerde

Telhados Verdes, curso em Porto Alegre
14/03/2014

Curso sobre Telhados Verdes, Paredes e Cortinas Verdes – Porto Alegre/RS
Telhados Verdes em PoA

Telhados Verdes em PoA, por Eng. Agr. Helena Wachsmann Schanzer e Eng. Agr. Beatriz Fedrizzi

Objetivo: capacitar o aluno a projetar, executar telhados verdes, Paredes (peles) e cortinas verdes.

Público-alvo: Arquitetos, agrônomos, biólogos, engenheiros, designers, Eng. Florestal, Artes.

Programa: Introdução – Telhados e Paredes verdes no mundo, Sustentabilidade, Histórico/legislação – incentivos (IPTU), Vantagens, Tipos de Sistemas de telhados verdes: intensivos, extensivos e espontâneos. Execução: 6.1- Projetos do tipo de solo, substratos, hidrometria dos materiais. 6.2- Concepção do projeto – ex. Sicredi/PUC e casa. 6.3- Engenharia da obra – peso, estrutural, impermeabilização. 6.4- Vegetação adequada – escolha das espécies, porte, crescimento, sistema radicular, riscos de escolhas erradas. Responsabilidade técnica, Sistemas de drenagem e irrigação ( por capilaridade – drena e irriga), camada filtrante, Manutenção, e Parte prática: O curso é aplicado, o aluno deverá conceber um telhado verde.

Instrutoras: Eng. Agr. Beatriz Fedrizzi e Eng. Agr. Helena Wachsmann Schanzer

Serviço: Curso Telhados Verdes, Paredes e Cortinas Verdes/ Investimentos: Associados R$ 420,00/ Não associados R$ 450,00/ Data: 2 a 4 de abril, 17h às 21h/ Inscrições até o dia 18/03/ Mais informações: Sinduscon-RS, (51) 3021.3440, Fax: (51) 3342.0035/ e-mail: secretariageral2@sinduscon-rs.com.br (Porto Alegre – RS)| HelenaWachsmannSchanzer

Reciclagem por Ariovaldo Caodaglio
05/03/2014

ReciclagemNúmeros do Cempre (Compromisso Empresarial para Reciclagem), associação sem fins lucrativos mantida por um grupo de grandes empresas brasileiras, mostram que nosso país está avançando na reciclagem

Atingindo índices satisfatórios em alguns segmentos, mas deixando a desejar em outros: 96,2% da produção nacional de latas de alumínio; 47% da resina PET; 45% das embalagens de vidro; 29% das latas de aço; 23% das 46 mil toneladas de embalagens longa vida pós-consumo; e 20% dos plásticos.

Nesses itens, estamos à frente de numerosas nações, como nas garrafas de PET, ou razoavelmente inseridos nas médias mundiais. Entretanto, há um aspecto particularmente preocupante: a reciclagem de apenas 3% do lixo sólido orgânico urbano. Evoluir nesse item específico é importante para a melhoria do meio ambiente, ganhos econômicos na produção e também no aspecto social, contemplando, assim, as três vertentes do mais contemporâneo conceito de sustentabilidade.

Vale lembrar que a Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) definiu o conceito de “rejeito” da seguinte maneira: somente podem ser assim caracterizados os materiais que, depois de esgotadas todas as possibilidades de tratamento e recuperação por processos tecnológicos disponíveis e economicamente viáveis, não apresentem outra possibilidade que não a disposição final ambientalmente adequada. A fração orgânica dos resíduos domiciliares corresponde entre 48% e 55% do total do resíduo domiciliar gerado. Para uma produção anual de aproximadamente 64 milhões de toneladas de resíduos, temos então mais de 30 milhões de toneladas de resíduos orgânicos que não são ainda tecnicamente rejeitos e que, por isso, vão in natura para os aterros e lixões no País.

Há que se resolver isso, cumprindo-se metas até 2030, o que parece tempo suficientemente longo para tal. Não é! As grandes cidade ou consórcios das pequenas e médias terão de iniciar já a implantação dos respectivos Planos de Gestão, ou irá pairar a ameaça de validação da máxima que não somos afeitos ao cumprimento de metas, ou, em outras palavras, a assumirmos responsabilidades públicas.

O trabalho das cooperativas é importante, mas não é suficiente para atender à gigantesca demanda. Em 2012, registrou-se um aumento de 1,3% na geração per capita de resíduos. No mesmo período, segundo o IBGE, o número de habitantes aumentou apenas um por cento. Conclui-se, portanto, que a inclusão social nos últimos dez anos e a maior renda estão fazendo com que o incremento do consumo (e, portanto, a geração de resíduos) fique acima da expansão demográfica. Ótimo! Entretanto, precisamos atender com eficácia a essa demanda ambiental.

Para isso, o grande salto é o Plano Municipal de Gestão Integrada de Resíduos Sólidos, cuja implantação, contudo, está atrasada em pelo menos metade dos 5.564 municípios brasileiros. Aliás, o descumprimento de cronograma relativo à execução do plano já comprometeu definitivamente a erradicação dos lixões em todo o País até 2014, como estava originalmente previsto na Política Nacional relativa ao tema (Lei nº 12.305). O que será feito?

Com o atraso do programa, não só estamos postergando um processo capaz de melhorar muito o meio ambiente, como também retardando o crescimento da reciclagem. Ao invés de um círculo virtuoso de coleta de resíduos sólidos, seletividade, encaminhamento para aterros sanitários modernos e adequados e reciclagem em grande escala, estamos mantendo o círculo vicioso da letargia.

Ariovaldo Caodaglio, cientista social, biólogo, estatístico e pós-graduado em meio ambiente, é presidente do SELUR (Sindicato das Empresas de Limpeza Urbana no Estado de São Paulo).| webSELUR

CasaCinco, conforto e sustentabilidade
04/03/2014

Profissional da CASACINCO explica que projetos arquitetônicos podem ser ao mesmo tempo práticos, econômicos e ecologicamente corretos
CasaCinco, conforto e sustentabilidade

O arquiteto e urbanista Rogério Shibata da CASACINCO e o Aeroporto Internacional de Cruzeiro do Sul

Utilizar projetos que privilegiam propostas sustentáveis, seja na construção ou reforma de uma residência ou área comercial, está cada vez mais em voga. Maior aproveitamento da luz solar, reutilização da água da chuva e localização que privilegia a circulação do ar são alguns exemplos de práticas ecologicamente corretas que, além disso, acarretam em economia. Porém, é possível tornar um projeto sustentável sem abdicar do conforto moderno que as pessoas se acostumaram?

Segundo o arquiteto e urbanista Rogério Shibata, sócio do escritório CASACINCO, de Curitiba (PR), o conforto é possível porque as práticas sustentáveis estão ligadas à projetos bem consistentes que podem eliminar ou pelo menos evitar o uso de tanta tecnologia. Isso permite que o usuário possa manter em sua residência ou trabalho práticas modernas que economizam energia e água, sem ter que abdicar de qualquer conforto.

Para que este trabalho surta efeito, Shibata explica ser necessário partirmos de alguns princípios simples e básicos como uma boa orientação solar, por exemplo. “É importante tirar o maior proveito dos recursos naturais disponíveis, como insolação, chuva, tipo de vegetação e ventos do local para diminuir o consumo de energia. A partir desta analise climática, é possível avaliar os sistemas passivos e as energias renováveis que poderão ser utilizadas desde a fase inicial do projeto”, explica.

Em casas e prédios já prontos também é possível incluir práticas sustentáveis. Uma dica do profissional é a escolha dos materiais de acabamentos, que podem ser de origem artesanal ou industrializada. “O importante é ficarmos atentos quanto à forma com que esse material é produzido, preferencialmente de baixo impacto ambiental, não poluente e atóxico”. Utilizar materiais provenientes de reciclagem e, ou, reuso, também é uma iniciativa eficaz.

Outra alternativa, que pode ser praticada em pequenas reformas de layouts, é a substituição dos equipamentos. Desde os eletrodomésticos de alto desempenho até luminárias que façam uso de lâmpadas de alto rendimento, por exemplo.

As opções variam muito em relação ao que se pretender fazer na reforma. Se for realizado algo de maior porte, em residências unifamiliares, a captação de água de chuva para reuso é também uma forma bastante simples e não tão cara para adoção de conceitos sustentáveis.

“Obras com essas características tendem a ser mais caras porque, diferente do método de construção convencional, ela utiliza de recursos que garantem melhor qualidade e desempenho energético. O retorno do investimento inicial pode amortizar-se com o tempo por meio da redução de gastos e custos durante a vida útil do edifício”, diz o profissional.

O exemplo do aeroporto – Não só nas residências é possível tirar proveito de técnicas para tornar o projeto sustentável. Um exemplo é o Aeroporto Internacional de Cruzeiro do Sul, projetado pela CASACINCO, de Curitiba. As estruturas do aeroporto SE assemelham a duas grandes ocas indígenas. O pé direito mais alto cria um volume de ar maior e foi usado para um melhor arejamento do ambiente. Como a região é famosa por ter grandes períodos de chuva, o escoamento da água é facilitado pelo formato do projeto.| webCasaCinco

Estudantes visitam CasaE
30/12/2013

Estudantes conhecem inovações em sustentabilidade e eficiência energética na CasaE

CasaE da BASFEstudantes de design de interiores e arquitetura da ETEC de Santo André e de projetos socioeducacionais coordenados pela BASF nas cidades de Guaratinguetá e São Bernardo do Campo encerraram o ano discutindo eficiência energética, sustentabilidade e inovações em construção. Durante visita à CasaE, a Casa de Eficiência Energética da BASF, em dezembro, eles vivenciaram uma experiência que amplia a visão sobre os desafios em construção sustentável e inspira novos talentos a atuar na área. Nos últimos dois meses, cerca de 200 estudantes conheceram o espaço e as tecnologias inéditas que permitem economia de até 70% no consumo de energia, além de redução no consumo de água e emissão de CO2. A Casa está localizada na Avenida Prof. Vicente Rao, zona sul de São Paulo, SP.

SobreCasaE – A CasaE é a primeira Casa de Eficiência Energética da BASF no Brasil e a 10ª unidade da empresa no mundo. O projeto recebeu soluções inovadoras desenvolvidas pela BASF e pelos parceiros envolvidos com o objetivo de reduzir o consumo de energia e a emissão de CO2.

O sistema construtivo é constituído de um painel de cerâmica estrutural e a fundação de alvenaria. As paredes, piso e laje foram executados em Sistema EIFS – Exterior Insulation and Finish Systems – que consiste em placas de poliestireno expandido Neopor sobre a construção tradicional. O Sistema ICF – Insulated Concrete Formwork– de tijolo feito com Neopor – poliestireno expandido – foi aplicado em uma das salas. Essas inovações, além de tornarem a obra mais rápida e limpa, são responsáveis por um isolamento térmico eficiente. A estimativa de economia de energia a partir das tecnologias implantadas pode chegar a cerca de 70%.

A BASF tem entre seus pilares a construção sustentável e oferece soluções voltadas à eficiência energética, além de materiais de alto desempenho, design e decoração. São plásticos, poliuretano, produtos químicos para construção, tintas, vernizes e pigmentos de última geração. Todos esses materiais foram aplicados na CasaE com o objetivo de mostrar ao mercado de construção o que existe de mais moderno em termos de obra de eficiência energética.

Serviço: Os interessados em conhecer o projeto podem agendar uma visita pelo e-mail casae@basf.com | CasaE