Archive for the ‘Mercado-Imobiliário’ Category

OR no Campo Belo | Estação Gabriele
09/04/2014

Em localização privilegiada, Estação Gabriele traz apartamentos compactos, de 36 m2 a 67,5 m2, primeiro empreendimento OR – Odebrecht Realizações Imobiliárias no Campo Belo
OR no Campo Belo

Inserido na Operação Urbana Água Espraiada, da Prefeitura de São Paulo, o Estação Gabriele da OR está localizado está a poucos passos da uma futura estação que integra a linha 17-Ouro do monotrilho e da linha 5 – Lilás, facilitando a utilização do transporte público pelos seus futuros moradores.

A Odebrecht Realizações Imobiliárias (OR) apresenta o Estação Gabriele, primeiro empreendimento residencial da empresa no Campo Belo, um dos bairros mais valorizados da capital paulista. Atendendo à crescente demanda por espaços compactos, o projeto reúne apartamentos de 36 m2 a 67,5 m2 em uma das principais ruas do Campo Belo, a Gabriele D’Annunzzio, na esquina das avenidas Santo Amaro e Roberto Marinho.

Inserido na Operação Urbana Água Espraiada, da Prefeitura de São Paulo, o Estação Gabriele está localizado está a poucos passos da uma futura estação que integra a linha 17-Ouro do monotrilho e da linha 5 – Lilás, facilitando a utilização do transporte público pelos seus futuros moradores. Além disso, o bairro, conhecido pela sua verticalização e arborização, possui ampla rede de comércio e serviços, e está muito próximo do novo centro comercial de São Paulo, o eixo da Berrini/Chucri Zaidan, constituindo-se em um local ideal para morar.

Ao todo são 398 unidades, em uma única torre, entre estúdio (36 a 38,5m²), suíte (42m²) e duplex (56,5m² e 67,5 m²). Com Valor Geral de Vendas (VGV) estimado em R$ 200 milhões, o Estação Gabriele atenderá um público moderno, que valoriza as facilidades de mobilidade e serviços oferecidos pela região.

Além de apresentar uma fachada moderna e diferenciada resgatando o conceito dos brises que instalados no terraço das unidades podem ser movimentados pelos usuários, trazendo privacidade ao ambiente, o projeto também conta com diversos espaços de convivência e bem-estar que buscam oferecer mais conforto aos moradores, como uma academia com 150 m2, sala de pilates, sala de jogos, espaço gourmet, salão de festas, piscina coberta e lavanderia coletiva. Para aqueles que optarem por utilizar o apartamento como home office, o empreendimento oferece ainda uma exclusiva sala de reunião, onde os moradores poderão receber clientes para encontros de negócios.

“O Estação Gabriele traduz uma necessidade cada vez maior do paulistano, que busca qualidade de vida morando mais perto do trabalho. Sua localização certamente atende essa demanda”, afirma Flavio Lotaif, diretor de incorporação da OR. “ Estamos em um dos melhores bairros de São Paulo e em uma das principais esquinas da cidade o que nos motivou a criar um novo ícone para São Paulo através de uma fachada moderna e diferenciada” complementa Flávio Lotaif.

Ocupando uma área de 2.451,37 m², o empreendimento conta com soluções tecnológicas que facilitam ainda mais o dia a dia dos moradores. Todos os apartamentos terão fechadura biométrica e serão projetados para receber automação residencial, o que reafirma a preocupação da OR com a segurança de seus clientes e o uso sustentável dos recursos naturais.

Além disso, projetado para oferecer praticidade e conforto, o Estação Gabriele oferecerá uma série de serviços pay per use aos seus moradores, como limpeza e arrumação diária das unidades, lavanderia, manutenção, administração patrimonial, personal trainer, entre outros.

Arte na cidade – O Estação Gabriele trará mais cor para a cidade. Um painel de aproximadamente 25m², que ficará na fachada localizada na Avenida Roberto Marinho, receberá uma obra do artista plástico Flavio Samelo. O artista criou quatro opções de painéis, uma das quais será eleita pelo público para compor o empreendimento, por meio de uma votação pela internet e no estande do empreendimento. A iniciativa visa levar mais arte para a região e incentivar outras ações como essa.

Samelo começou sua carreira em 1992, fotografando skatistas e grafites pela cidade de São Paulo. Hoje, segue na produção fotográfica, além de criar pinturas e painéis. Utilizando fotografias como base das pinturas e transcendendo os limites da imagem a partir do uso de formas, cores e linhas, ele criou uma identidade gráfica própria. Seus trabalhos já foram expostos em galerias de São Paulo, Porto Alegre, Goiânia e no exterior.

Ficha Técnica: Terreno 2.451,37m²/ Rua Gabriele D’Annunzio, 48, São Paulo, SP/ 1 Torre / 398 Unidades/ Área Privativa 16.303,5 m²/ Área Construída 29.239,37m²/ Projeto de Arquitetura Jonas Birger Arquitetura/ Projeto de Paisagismo Benedito Abbud / Projeto das Áreas Comuns Débora Aguiar

Sobre OR – Presente em todas as regiões do Brasil, com escritórios regionais em Salvador, Recife, Belo Horizonte, Rio de Janeiro, São Paulo, Campinas e Brasília, a OR desenvolve projetos residenciais, empresariais, comerciais e de uso misto que atendem às necessidades e peculiaridades de cada localidade e de públicos distintos, sempre mantendo o padrão de excelência que caracteriza a empresa. A OR atua hoje em 21 cidades, de sete estados, além do Distrito Federal, e conta hoje com cerca de oito mil integrantes. A OR é membro fundador do Green Building Council, organização que visa fomentar a indústria de construção sustentável no país, e possui empreendimentos com a certificação LEED. Também trabalha com outros selos verdes, como o Aqua, o Procel e o Selo Azul da Caixa.| webOR

Arquitetura e Mercado Imobiliário pela Manole
30/12/2013

Arquitetura e Mercado Imobiliário, que acaba de ser lançada pela editora Manole, é uma obra pioneira sobre um tema pouco trabalhado no Brasil.

Arquitetura e Mercado Imobiliário pela ManoleO livro faz uma ponte entre os dois assuntos e trata da estreita relação entre mercado imobiliário e arquitetura mostrando, através de análises, os interesses envolvidos e seus principais protagonistas; as ideologias que norteiam a produção e a crítica arquitetônica; o surgimento das novas tipologias arquitetônicas, sua motivação, absorção e reprodução; e o contexto socioeconômico e cultural que construiu cada um desses momentos.

Segundo Heliana Comin Vargas, arquiteta e urbanista pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP) e uma das autoras, Arquitetura e Mercado Imobiliário coloca a discussão da arquitetura, do ponto de vista do arquiteto, e a produção imobiliária, do ponto de vista do empreendedor imobiliário e como essas duas áreas, que se apresentam distanciadas, tentam dialogar. “A Arquitetura considera o edifício como um valor de uso e o Mercado Imobiliário como um valor de troca. Este é o âmago do livro. Buscamos tratar o assunto de forma desarmada e sem preconceito”, afirma Heliana Comin Vargas.

A obra também aborda as conjunturas internacionais e sua influência nos movimentos arquitetônicos; os principais agentes envolvidos e seus interesses; as demandas dos principais clientes e suas premissas para os projetos; as tentativas de reservas de mercado; o aparato jurídico e institucional; dentre outros condicionantes, fornecendo elementos para a análise e a crítica dos processos antigos e atuais.

“O livro também inicia uma discussão sobre o tema Arquitetura e Mercado Imobiliário trazendo os seus três principais atores: o arquiteto, o empreendedor imobiliário e o Estado e, em um segundo momento, trabalha a produção imobiliária para os diversos usos, residencial, escritórios, comercial, hoteleira e a indústria”, conclui Heliana Comin Vargas.

Imprescindível para estudantes, professores e profissionais das áreas de arquitetura e mercado imobiliário, a obra reúne ampla bibliografia e aborda, de forma clara, a produção imobiliária e o ponto de vista do empreendedor; o fator localização; a publicidade imobiliária; a legislação urbanística e as políticas habitacionais e seus desdobramentos.

SobreautoresHeliana Comin Vargas: Arquiteta e urbanista pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP); economista pela PUC-SP; mestre e doutora em Arquitetura e Urbanismo pela FAU-USP; pós-doutora em Formação de Lideranças para o Planejamento Ambiental pela Academia Internacional de Meio Ambiente, em Genebra. Professora titular e coordenadora do Laboratório de Comércio e Cidade (LabCom) da FAU-USP. É especialista em estudos de dinâmica e economia urbanas e em projetos de intervenção, com foco no setor terciário e ênfase nas atividades de comércio e serviços varejistas./ Cristina Pereira de Araujo: Arquiteta e urbanista pela FAU Belas Artes; mestre em Paisagem e Ambiente e doutora em Planejamento Urbano e Regional pela Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Universidade de São Paulo (FAU-USP). É professora adjunta do Departamento de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Federal de Pernambuco, campus Recife. Já atuou na Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente da cidade de São Paulo. Tem experiência na área de planejamento ambiental e urbano.

Ficha: Arquitetura e Mercado Imobiliário/ ISBN: 9788520434376/ Autores: Heliana Comin Vargas e Cristina Pereira de Araujo/ Formato: 17 x 24 cm, 316 p., R$ 59,00/ Editora Manole, 2014.| Manole

Preço do metro quadrado sobe
29/12/2013

Preço do metro quadrado sobe em São PauloO preço do metro quadrado na cidade de São Paulo apresentou crescimento de 11,2% de janeiro a outubro deste ano, de acordo com o índice FipeZap, desenvolvido em conjunto pela Fipe e pelo portal Zap Imóveis. Nos últimos 12 meses, o aumento foi de 13,4%. Já o valor médio do m² no décimo mês de 2013 ficou em torno de R$ 7.631.

O aumento da renda da população, aliado à maior oferta do crédito contribuem para esse cenário, de acordo com Rafael Rossi, fundador da incorporadora Huma Desenvolvimento Imobiliário. “O crescimento do setor foi prejudicado durante anos devido às dificuldades para aquisição de imóveis, e quando houve uma mudança na economia, a demanda já era grande”, explica.

Lançado há menos de 30 dias, o empreendimento Huma Klabin, que será construído no bairro da Vila Mariana pela incorporadora, já teve mais de 40% de suas unidades vendidas. O empreendimento tem previsão de entrega para dezembro de 2015.

Com arquitetura contemporânea, localização privilegiada, o projeto faz uso abundante de luz e ventilação naturais e não tem muros, proporcionando integração com o entorno. “Os consumidores têm sido atraídos pelo apelo estético, além da relação do imóvel com o bairro e a eficiência no uso de recursos”, explica Rossi.| Huma

Mercado imobiliário paranaense
28/12/2013

Empresas do mercado imobiliário, de forma responsável, controlam volume de lançamentos para fazer entregas em prazos prometidos

Mercado imobiliário por João Auada JrDesde 2012, construtoras e incorporadoras apertaram o cinto com relação ao volume de novos lançamentos, medida necessária para não prejudicar o prazo de entrega e equilibrar o quadro de oferta e procura. Para especialistas, esse movimento de contenção não significa que o segmento esteja perdendo força.

“Estamos assistindo a um comportamento natural do mercado, que está passando por um período de adequação de oferta. Isso demonstra amadurecimento e seriedade, trazendo mais segurança ao setor. Os preços deverão continuar subindo de forma alinhada com a variação de custos da construção civil e o imóvel vai continuar sendo uma excelente opção de investimento”, garante João Auada Junior, diretor de negócios da TECNISA, empresa responsável por empreendimentos modernos e inovadores em Curitiba, entre eles o The Five East Batel, o Centro Cívico, o Inspira Business e o HUB.

De acordo com Auada, na capital paranaense não aconteceu nada diferente do ocorrido no restante do país. Historicamente, a cidade apresentava um preço de imóveis muito defasado com relação a média de preços nas principais cidades brasileiras, levando ao consumidor a percepção de que os valores subiram de forma descontrolada. “Esta é uma visão equivocada, pois o que ocorreu foi um alinhamento de valores baseados em uma nova realidade de custos e renda”, lembra.

Segundo o diretor de negócios da Tecnisa, o custo da construção em Curitiba é equivalente ao de São Paulo. Nos últimos anos, o Produto Interno Bruto (PIB) paranaense cresceu mais do que a média nacional. Sem considerar o Distrito Federal, a cidade tem hoje o terceiro maior PIB entre as capitais, perdendo apenas para São Paulo e Rio de Janeiro. “Nos últimos anos, a capital paranaense passou a receber novos projetos totalmente alinhados com a inserção da cidade como uma metrópole de destaque e que poderiam estar localizados em qualquer grande metrópole mundial”, detalha Auada.

Sem riscos de “bolha imobiliária” – A forte expansão da economia brasileira nos últimos anos, com baixas taxas de inflação e de juros, proporcionou um aumento no nível de investimento no país, com consequente aumento de renda da população. O Brasil ainda tem um déficit habitacional e, consequentemente, isso propicia a produção imobiliária. Existem cidades em que o equilíbrio de oferta e demanda permanece estável, e outras em que o volume de lançamentos cresceu mais que a capacidade de absorção do mercado, daí o temor da existência de uma “bolha imobiliária”, como ocorreu nos Estados Unidos em 2008.

Na ocasião, as empresas financeiras especializadas no mercado imobiliário, para aproveitar o bom momento do mercado, passaram a atender o segmento “subprime”. O cliente “subprime” é um cliente de renda muito baixa dos Estados Unidos, por vezes com histórico de inadimplência e com dificuldade de comprovar renda. Esse empréstimo tem, assim, uma qualidade mais baixa, ou seja, o risco de não ser pago é maior, mas oferece uma taxa de retorno mais alta, a fim de compensar esse risco.

“No Brasil, para oferecer segurança ao mercado, as condições de concessão de credito são muito mais rigorosas. Além disso, o aumento de custos não se deve simplesmente por movimentos de especulação de curto prazo, mas sim, por correção de valores de custos setoriais acompanhado de uma um aumento de renda e da elevação da taxa de emprego da população”, explica Auada.

Investimento imobiliário requer planejamento – Para quem está no mercado, não há dúvida de que investimento imobiliário sempre foi e continuará sendo uma opção segura e atraente. No mundo todo, ao longo da história, grandes fortunas foram construídas baseadas nos investimentos em imóveis. Em Curitiba, não é diferente. Existem várias famílias na cidade que utilizam o investimento imobiliário com importância significativa na composição do seu portfólio de investimentos.

Um ponto importante é definir que investimento imobiliário seguro deve ser analisado e medido a médio e longo prazo. A análise da valorização dos Imóveis precisa ser feita de acordo com o momento econômico do país. “Em momentos de forte expansão da economia, temos a geração de riqueza, que aumenta a demanda, e por consequência o valor dos imóveis acaba sofrendo grande valorização neste período”, detalha o especialista.

Vale ressaltar que o crescimento da economia de qualquer país acontece em ciclos, e nos momentos de menor variação, os imóveis têm uma valorização moderada, compatível com as variáveis econômicas do momento. Em períodos de alta inflação, por exemplo, o imóvel sempre é uma proteção para o valor do patrimônio, pois os preços acompanham os índices de atualização de custo do setor. Auada alerta, que para fazer um bom negócio, não basta somente encontrar o melhor preço por metro quadrado. “Empreendimentos com bons projetos, conceituação, estruturação modernas e eficientes e boa localização devem ser os pontos principais da análise dos investidores”, completa.| TECNISA

OR reúne casas e apartamentos
11/12/2013

Atrative Vila Mariana é o quarto empreendimento da OR na região e o segundo residencial com selo sustentável lançado pela empresa em São Paulo

A Odebrecht Realizações Imobiliárias (OR) apresenta o Atrative Vila Mariana, empreendimento residencial localizado em uma das regiões mais valorizadas de São Paulo. Sempre buscando aplicar conceitos inovadores em seus projetos, com o Atrative a OR oferece casas e apartamentos inseridos no mesmo condomínio, proporcionando diferentes modelos de moradia em um único espaço.

São 123 apartamentos – em torre única – de dois e três dormitórios e três suítes, cujas áreas variam de 69 m², 95m² e124 m², além de quatro casas, de 242 m² e 251 m². O formato do empreendimento, que tem Valor Geral de Venda (VGV) de aproximadamente R$130 milhões, foi planejado para oferecer mais conforto para os moradores: piscina e quadra cobertas garantem atividades mesmo em dias de chuva, e uma academia com pé direito duplo e mezanino, proporciona mais espaço para a prática esportiva. Os moradores das casas, além de residir em espaço semelhante a uma pequena vila, poderão usufruir da segurança e lazer exclusivos proporcionados pelo condomínio.

“Mais do que atender diferentes públicos, a proposta da OR é permitir a convivência harmoniosa entre diferentes famílias. Nada melhor do que escolher um bairro agregador como a Vila Mariana para isso”, destaca Juliana Monteiro, diretora de incorporação da OR.

Ocupando uma área de 4.260,00 m², o empreendimento é delimitado por três ruas – Jorge Tibiriçá, Bitencourt Sampaio e Luis Isaias de Sousa – o que restringe a construção de edificações vizinhas, evitando um maior adensamento. O Atrative inova também em relação à sustentabilidade. Projetado de acordo com orientações da certificação Aqua, concedida pela Fundação Vanzolini (USP), atende aos 14 critérios para a obtenção do selo, que vão desde a relação do edifício com seu entorno durante o processo construtivo, passando pela gestão eficiente da água e energia, até o conforto acústico e olfativo dos moradores.

“A preocupação com a sustentabilidade, já consagrada nos edifícios corporativos, vem ganhando força entre os residenciais e deve ser tornar um critério de compra cada vez mais valorizado”, destaca Juliana Monteiro. “A OR foi uma das pioneiras neste quesito ao lançar um dos primeiros residenciais sustentáveis de São Paulo, o Park One Ibirapuera. O resultado e a experiência foram tão positivos que decidimos replicar o conceito no Atrative”, completa Ricardo Toscani, diretor de construção do empreendimento.

Localização – O Atrative é o terceiro projeto da Odebrecht Realizações Imobiliárias na região. A Vila Mariana tem se consolidado como um dos bairros mais cobiçados de São Paulo, principalmente por conjugar excelente localização e vocação residencial: ruas arborizadas e calmas conferem um ar de cidade do interior ao bairro, mesmo estando a poucos quilômetros do mais importante centro financeiro de São Paulo, a Avenida Paulista.

O Atrative Vila Mariana está localizado a apenas 700 metros da estação Santa Cruz do metrô, o que facilita a utilização do transporte público pelos moradores. “Morando em um dos locais com maior oferta de serviços e lazer, além de próximo ao metrô, fica muito mais fácil deixar o carro em casa e evitar o trânsito”, destaca Juliana Monteiro.

Ficha Técnica – Terreno: 4.260,00 m²/ Endereço : Rua Jorge Tibiriçá X Rua Bitencout Sampaio x Rua Luis Isaias de Sousa/ 1 Torre/ 127 Unidades/ Área Privativa: 13.471,53m²/ Área Construída: 21.801,10 m²/ Projeto de Arquitetura: MCAA Arquitetos/ Projeto de Paisagismo: Martha Gavião Arquitetura Paisagística/ Projeto de Decoração: Fernanda Marques Arquitetos Associados.| AtrativeVM

Desafios da arquitetura compacta
10/12/2013

Cozinha, área de serviço, living, mesa de jantar e quarto. Tudo em um mesmo ambiente. É em espaços como esse que muitos paulistanos estão vivendo neste momento, nos chamados apartamentos studio. Com metragens que normalmente variam entre 30 e 50 metros quadrados, essa tipologia residencial liderou o número de unidades lançadas em 2012 e no primeiro semestre deste ano, segundo o Secovi-SP.

Mas é possível ter qualidade de vida em espaços tão reduzidos? De acordo com o arquiteto José Ricardo Basiches, do escritório Basiches Arquitetos Associados, é possível desde que dois elementos estejam presentes no processo da arquitetura de interior: funcionalidade e criatividade.

“Projetar apartamentos compactos hoje em dia passou a ser uma rotina para nós aqui no escritório. Como todo processo da arquitetura, partimos do principio de funcionalidade, forma e função para se chegar em um modelo ideal de morar”, afirma Basiches. Segundo ele, a criatividade passou a ser um desafio fundamental na concepção de projetos de menor metragem. “Buscamos espaços que sejam funcionais, onde o mínimo é absolutamente tudo que precisamos”, completa.

Responsável pelo projeto de arquitetura e design do VN Quati, residencial cuja metragem é de apenas 19 metros quadrados, Basiches diz que o uso misto de mobiliário é fundamental para um melhor aproveitamento do espaço. “Uma mesa de jantar, além de fazer a função básica dela, pode servir de anteparo e apoio à cozinha. Essa função multiuso das coisas tem sido muito importante para se chegar a um resultado do qual cria-se um espaço agradável e amplo”, comenta.

A importância das áreas comuns – A versatilidade do projeto arquitetônico do prédio é também fundamental para que o morador de uma unidade compacta possa viver com qualidade.

“Do lado de fora dos apartamentos, é preciso que o prédio – além de ter uma localização incrível – ofereça aquilo que não se pode ter dentro do apartamento. Ou seja, para receber amigos, dar uma festa, um jantar, tem sido cada vez mais importante para nós, arquitetos, buscar aprimorar os ambientes das áreas comuns. Espaços descolados, generosos e com muito design”, comenta Basiches.| BasichesArquitetos