Archive for the ‘Engenharia&Construção’ Category

D2F | sistema de informação para o cliente
28/04/2014

Time de especialistas da D2F Engenharia, participa de todas as fases do projeto: da concepção à análise de terrenos, a viabilidade econômica, até a entrega; empresa reduz, ainda, impactos ambientais com a neutralização do CO2 em todas as obras

D2F EngenhariaA D2F Engenharia, que há 10 anos atua no mercado nacional da construção civil, entrega aos seus clientes, sejam eles redes varejistas, empresas ou pessoas físicas, soluções completas do início ao fim da obra. Com técnicas diferenciadas, que integram a obra ao projeto arquitetônico, a empresa gere os projetos com visão integrada, a fim de maximizar os resultados em todas as fases da edificação: contratação e conexão com os fornecedores, solução de eventuais problemas nas obras, início da operação e entrega do projeto.

Dirigida pelo engenheiro civil e empresário Daniel Fazenda Freire, especialista em incorporação e construção, a D2F se diferencia por entregar aos seus clientes um modelo de gerenciamento de obras próprio e eficiente. Como resultado ao trabalho que vem desenvolvendo, hoje, a empresa responde pela construção de importantes centros comerciais pelo Brasil, como as lojas da rede de sorveterias Bacio Di Latte e a maior rede de cafeterias do mundo, a Starbucks, além do Espaço Pikadeiro, Espaço Arena Guarujá, Bakery & Gourmet, entre outros. Ainda, faz parte do seu portfólio a construção e reformas de residências de alto padrão, espalhadas pelo Brasil.

“É preciso concentrar as energias e contar com os melhores especialistas em todas as fases da obra, desde a concepção, a análise de terrenos, a viabilidade econômica e a entrega”, afirma Freire, que tem uma equipe composta por engenheiros civis, arquitetos, analistas financeiros e administrativos, técnicos, mestres de obra e encarregados.

Planejamento e Feedback – O modelo de gerenciamento da D2F Engenharia supre de maneira eficiente os maiores gargalos de quem está realizando uma obra. Entre os principais benefícios estão:
Profissionais Multidisciplinares – arquitetos da D2F responsáveis pela interlocução com os arquitetos dos projetos, facilitando a comunicação entre as partes entregando ao cliente informações completas e pontuadas; Encarregados que reportam o dia a dia de dentro da obra; entre outros;
Atendimento personalizado – que permite um acompanhamento muito mais próximo ao cliente;
Centralização de soluções – equipe preparada para apresentar soluções aos eventuais problemas que surjam ao longo da obra, com o melhor custo benefício para o cliente;
Confiabilidade – com processos claros e objetivos;
Estudos Tributários – para avaliar todos os valores envolvidos na obra a fim de evitar surpresas que podem prejudicar o bom andamento do trabalho;
Acompanhamento online – Sistema que se atualiza a cada 15 dias mantendo os clientes atualizados sobre cada parte da execução do projeto.

“Trabalhamos com os processos claros e objetivos, nos posicionando pela qualidade. Fazemos a entrega como uma grande empresa e o atendimento com a proximidade de uma pequena empresa” explica Freire.

Carbono Zero – Além de adotar um modelo de gerenciamento de cadeia de valor, a D2F tem como prioridade a preocupação com o meio ambiente, neutralizando o carbono (CO2) de todas as suas obras. “Ao fazer a redução e o cálculo das emissões, somos capaz de identificar as fontes poluentes, implementar ações para reduzir o impacto ambiental e calcular as emissões de gases estufa, associadas à obra. Com estas ações, o comprometimento dos envolvidos é muito maior, propiciando resultados superiores de qualidade, custos, prazos e confiabilidade”, finaliza Freire.

As ações ambientais da D2F Engenharia são reconhecidas por órgãos certificadores internacionais, como a ONU (Organização das Nações Unidas). Entre os certificados recentemente, estão os da sorveteria Bacio Di Latte e os de várias unidades da cafeteria Starbucks.| webD2FEngenharia

Microconcreto de alto desempenho
25/03/2014

Livro aborda uso do microconcreto de alto desempenho na construção do habitat social
Microconcreto

Livro Microconcreto de Alto Desempeño – La tecnologia del MicroCAD aplicada en la construcción del hábitat social (Editora Mandarim, 200 páginas)

Obra reúne os avanços recentes na tecnologia da argamassa armada, que permite a moldagem de peças delgadas e leves. Técnica pode ser adotada para obras habitacionais, equipamentos urbanos, edifícios sociais e estruturas para saneamento básico.

As mais recentes inovações na produção de peças pré-fabricadas com argamassa armada estão reunidas no livro Microconcreto de Alto Desempeño – La tecnologia del MicroCAD aplicada en la construcción del hábitat social, recém-lançado pela Editora Mandarim em parceria com o Cyted – Programa Iberoamericano de de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento.

São 200 páginas com artigos dos pesquisadores José Adolfo Peña (Venezuela), Máximo Bocalandro (Cuba), Walter Kruk (Uruguai), Dante Agustin Pipa (Argentina), Olga Suárez (Espanha) e Paulo Eduardo Fonseca de Campos, arquiteto e professor brasileiro, da FAU USP, que organizou a edição.

Avó do concreto, a argamassa armada nasceu, em meados do século 19, por iniciativa do francês Joseph Louís Lambot. Ao longo do século 20, a técnica passou pelas mãos de gênios, como o engenheiro italiano Pier Luigi Nervi, ou o arquiteto brasileiro José Filgueiras Lima, o Lélé, e também por inovações nascidas em pesquisas acadêmicas, como as realizadas pelo Laboratório de Estruturas da USP São Carlos.

Trata-se de um material de alta resistência e baixa porosidade, por isso microconcreto de alto desempenho. E que permite a moldagem de peças delgadas e leves, possíveis de serem transportadas com equipamentos muito simples. Daí sua adequação para a construção de habitações e equipamentos de uso social.

O livro, em espanhol, reúne textos técnicos, tabelas e gráficos, dezenas de imagens de obras realizadas e, também, um pouco da história do material. Está disponível, em versão digital, no site www.microconcreto.net, mas também pode ser comprado em versão impressa, diretamente no site.

Serviço: Livro Microconcreto de Alto Desempeño – La tecnologia del MicroCAD aplicada en la construcción del hábitat social (Editora Mandarim, 200 páginas). Eduardo Fonseca de Campos (organizador), com textos de Adolfo Peña, Máximo Bocalandro, Walter Kruk, Dante Agustin Pipa e Olga Suárez. | webMandarim

Pontes mais baratas que as convencionais
05/03/2014

Pontes e passarelas projetadas pela USP São Carlos são 10 vezes mais baratas que modelos convencionais. Produzidas com madeira tratada, durabilidade pode atingir 20 anos; projeto é sustentável e DER já usa pontes de madeira na Estrada Velha de Santos

Pontes mais baratas que as convencionais

As pontes e passarelas feitas com eucalipto tratado desenvolvidas conjuntamente pelo Departamento de Engenharia de Estruturas (SET) da Escola de Engenharia de São Carlos (EESC) e pelo Instituto de Arquitetura e Urbanismo (IAU) – ambas unidades da USP São Carlos, já estão presentes em várias regiões do país, especialmente no estado de São Paulo.

Projeto sustentável e que teve recurso de R$ 1 milhão da Fapesp em seu desenvolvimento entre os anos de 2002 e 2006, é uma alternativa “extremamente viável para situações tanto normais como emergenciais para construção de pontes com baixo custo”, aponta o coordenador do projeto, o professor Carlito Calil Jr, do SET/EESC. Ele critica quem chamou estas pontes e passarelas de ‘pinguelinhas’. “Isso demonstra desconhecimento técnico e ignorância sobre tema e o projeto”, diz Calil Jr. Num primeiro momento ele foi concebido no âmbito do Programa Emergencial das Pontes de Madeira para o Estado de São Paulo.

Calil fala que a manutenção de pontes é um problema no país e revela que uma ponte de madeira bem estruturada pode durar até 20 anos e com um custo de produção e instalação até 10 vezes menos que os tradicionais modelos de concreto armado. “O tempo de produção da super estrutura de uma ponte de madeira pode ser, em alguns casos, de até uma semana, auxiliando rapidamente locais que tiveram pontes destruídas, por exemplo, por chuvas excessivas ou desastres naturais”, explica o professor da USP.

As pesquisas para o projeto foram feitas em grande parte no Laboratório de Madeiras e de Estruturas de Madeira (LaMEM), do SET/EESC. A unidade realiza pesquisas teóricas e experimentais em madeiras e estruturas de madeira e prestação de serviço para a comunidade na área de controle de qualidade de madeiras e derivados, normalização e recomendações de projeto e construção de estruturas no material.

O projeto arquitetônico das pontes ficou a cargo do arquiteto Marcelo Suzuki, do IAU/USP, que defende o uso do material devido às suas excelentes condições de manejo no Brasil. “Trata-se uma material de futuro. Habitantes de regiões onde hoje ficam o Japão e a Finlândia já usam madeira para esta e outras finalidades há pelo menos 2.000 anos”, lembra Suzuki.

O arquiteto alega em defesa do material que para se produzir uma tonelada de aço (também empregado na estrutura de pontes de concreto armado), é necessária a queima de 10 metros cúbicos de madeira, gerando poluição entre outros problemas ambientais. “As florestas jovens de eucalipto sequestram carbono da atmosfera e são aliadas na redução do efeito estufa”, defende o professor do IAU.

Do ponto de vista arquitetônico, Suzuki disse que com o intuito de criar urbanidade nas passarelas, criou uma adaptação no design das passarelas para receberem bancos com a possibilidade de pergolados no meio da estrutura.

O coordenador do projeto, professor Calil, diz que a madeira roliça é mais resistente e os eucaliptos utilizados são classificados e possuem controle de qualidade, destacando também que a cidade de São Carlos possui produção desse material. “Todo o processo atende os preceitos da norma NBR 7190. Estamos falando de uma nova opção de uso, além das tradicionais para lenha e combustível”, fala o pesquisador.

Existem em São Carlos 12 estruturas de madeira oriundas do projeto da USP, sendo 5 pontes propriamente ditas, uma delas a primeira a ser feita na América do Sul do tipo protendida (formato de tabuleiro) e que suporta até 45 toneladas e está situada sobre o Rio Monjolinho; mais 7 passarelas, algumas localizadas dentro dos dois campi da USP na cidade e também sobre o Córrego do Gregório e outros veios d’água no município (região do Parque do Kartódromo e Cidade Aracy).

Além de São Carlos, onde o projeto de instalação recebeu apoio da prefeitura, as cidades de Piracicaba (12 pontes), Paracatu/MG (1 ponte), Airuroca/MG (1 ponte) e Catalão/GO (1 ponte) também foram beneficiadas. “O DER [Departamento de Estradas de Rodagem] implantou 4 pontes de madeira na Estrada Velha de Santos [Cubatão], conhecida hoje como Caminho do Mar”, destacou o professor Calil.

Tanto ele como Suzuki apontam que as pontes poderiam plenamente ser adotadas em maior escala na região amazônica, cuja logística para construção de pontes de concreto armado é complexa, onerosa e sofre com a falta de pedreiras próximas aos locais de construção. “Naquela região imensa a madeira é uma solução natural”, aponta o arquiteto do IAU.

“A madeira é o material ecologicamente correto para uso na construção civil de um modo geral por ser o único material estrutural de fonte renovável, de baixo consumo energético para sua produção. A madeira tem resistência especifica na [relação resistência/peso] melhor que o aço e o concreto. E arquitetonicamente é mais agradável”, opina Calil.| webUSPSãoCarlos

MHA é Empresa do Ano no Hospital Best
01/01/2014

MHA é Empresa do Ano no Hospital BestA MHA Engenharia, empresa com forte atuação em projetos hospitalares nas áreas de elétrica, hidráulica e climatização, foi premiada como “Empresa do ano” e por outras 12 categorias no Prêmio Hospital Best 2013. A 11ª edição do evento, realizado pela Associação Brasileira de Marketing em Saúde (ABMS), Revista Saúde Best e editora Exímia Comunicação, e que tem como objetivo aprimorar o mercado hospitalar brasileiro, foi realizada no dia 18 de dezembro, em um coquetel no Clube Sírio em São Paulo.

A escolha dos vencedores é realizada por meio da Pesquisa Anual de Preferências de Marca em Equipamentos, Produtos e Serviços Hospitalares, que conta com a participação de profissionais que atuam no setor da saúde. Os votos foram feitos através de um questionário disponível no site oficial da premiação.

As categorias conquistadas pela empresa foram: Gerenciamento de Obras Hospitalares, Gestão de Obras, Gestão de Tecnologia, Luminotécnica, Projeto de Estrutura de Concreto, Projeto de Gases Medicinais, Projeto de Instalações Hidráulicas, Projeto de Instalações Prediais, Projeto de Redes de Gases, Projeto de Instalações Elétricas, Projetos de Instalações de Ar Condicionado, Projetos Integrados de Engenharia, além do prêmio de Empresa do Ano.

“É com muita satisfação que recebemos os prêmios do Hospital Best em todas essas categorias. Dedicamos esse reconhecimento à nossa equipe, cujo empenho e criatividade para satisfazer e surpreender os clientes nos permite crescer e inovar.”, agradece Marcia Cristina Brandão, sócia da MHA, que esteve no evento para receber os troféus.

SobreMHA – No mercado há 38 anos, a MHA Engenharia é uma empresa nacional especializada em engenharia consultiva, com experiência em projetos de engenharia e gerenciamento de obras, com alto nível técnico para projetar e gerenciar os mais complexos projetos da construção civil.// Com mais de 2800 obras em instalações elétricas, hidráulicas, climatização e cálculo estrutural, a MHA possui grandes projetos em diversas áreas como: Hospital Oswaldo Cruz em São Paulo, Cenpes Petrobras (Centro de Pesquisa e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello), Complexo Industrial da Hyundai em Goiás, Shopping Pátio Higienópolis, Copacabana Palace, Estádio Nacional de Brasília (Mané Garrincha), Hospital Sírio Libanês, ICESP (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo), Metalúrgica Nova Americana, Avon Cosméticos em Cabreúva- SP, Indústrias Romi, Hotel Hilton no bairro do Morumbi em São Paulo, Hotel Unique, Shopping JK Iguatemi, Shopping Paulista, Michelin, Mercedes Benz do ABC, Coca- Cola em Jundiaí, Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro – Galeão Antonio Carlos Jobim , entre outros.| MHAEngenharia

Incêndio no Memorial evidencia falhas
31/12/2013

Incêndio no MemorialO incêndio no Memorial, no final do mês de novembro, mais um de grandes proporções atingiu um de nossos empreendimentos. Desta vez, o incidente provocou forte comoção, pois ocorreu no Memorial da América Latina, centro cultural da cidade de São Paulo, projetado pelo arquiteto Oscar Niemeyer. Embora as causas ainda não tenham sido confirmadas, as notícias apontam que fogo teria se iniciado quando a energia elétrica, que havia tido uma queda, retornou e causou um curto circuito no auditório Simón Bolívar. As chamas comprometeram cerca de 50% do local.

Mas a questão é muito mais ampla que as causas desse incêndio. O que deve, mais uma vez, ser discutido é o sistema de prevenção adotado nos empreendimentos brasileiros, a Norma Brasileira Regulamentadora (NBR), pouco eficaz e ainda não unificada no território nacional. Quem fiscaliza as instalações é o Corpo de Bombeiros, ou seja, um órgão estadual, o que faz com que as regras existentes variem conforme o local da edificação. O pior problema ainda não é esse, já que a legislação permite a liberação para funcionamento somente com as mínimas exigências atendidas.

A preocupação em atender as exigências mínimas pode ser explicada pelo fato de muitos estabelecimentos se preocuparem apenas com a obtenção do Auto de Vistoria do Corpo de Bombeiros (AVCB). O documento é emitido durante vistoria para certificação da condição de segurança contra incêndios, prevista pela legislação, e estabelece a data da próxima vistoria, dando menos atenção a fatores como instalação e funcionamento.

Os prejuízos e riscos que a falta de rigidez das normas brasileiras causam ficaram mais uma vez em evidência com o incêndio ocorrido no Memorial da América Latina. Felizmente, não houve feridos graves, mas esta é mais uma boa oportunidade para nos perguntarmos sobre até quando nossos patrimônios e nossas vidas serão postos em risco por conta da falta de atenção a um item tão importante quando o assunto é segurança.

Felipe Melo é engenheiro eletricista com MBA em Gestão de Projetos e Diretor de Projetos da ICS Engenharia, empresa especializada em proteção contra incêndio.| ICSEngenharia

Aeroporto de Guarujá previsto para 2015
30/12/2013

Dentro de dois anos os terminais aéreos de Congonhas e Guarulhos contarão com um grande fator de desafogamento, capaz também de facilitar o trânsito rodoviário do Sistema Anchieta-Imigrantes, que une a capital paulista ao litoral. Está previsto para 2015 o início do funcionamento do Aeroporto Civil Metropolitano da Baixada Santista, a ser construído na Base Aérea de Santos, situada no Guarujá. A assinatura de outorga (concessão) da área à Prefeitura do Guarujá foi realizada no dia 3/12, com a presença do vice-presidente da República, Michel Temer, e do ministro da Secretaria de Aviação Civil, Wellington Moreira Franco, além de autoridades dos municípios de Guarujá, Santos, São Vicente e Praia Grande.

Aeroporto de Guarujá, Outorga/IsabelaCarrari“O aeroporto irá beneficiar a Baixada Santista e produzir um efeito extraordinário ao estado e ao país”, disse Temer. De acordo com o ministro Moreira Franco, está prevista a construção de 277 aeroportos regionais em todo o Brasil.

Embora o empreendimento não esteja concluído para a Copa, que se realizará em junho de 2014, as prefeituras de Santos e Guarujá, em parceria com a Abear (Associação Brasileira de Empresas Aéreas), estão reivindicando à Conaero (Comissão Nacional de Autoridades Aeroportuárias) a liberação do uso da Base Aérea pelas aeronaves das delegações que escolherem os municípios como subsede desse campeonato mundial.

Para o prefeito de Santos, Paulo Alexandre Barbosa, presente ao evento, o terminal irá contribuir para o desenvolvimento da região. “Este era o modal de transporte que faltava e ajudará principalmente na recepção dos nossos turistas”.

O aeroporto de Guarujá atenderá ao turismo de passeio e de negócios, pequenas cargas, manutenção de aeronaves, aviação offshore e executiva, além de atividades correlatas. Também disponibilizará voos comerciais regionais, que terão como destino, principalmente, as cidades do interior e algumas capitais, como o Rio de Janeiro. A prefeita de Gaurujá, Maria Antonieta de Brito, pretende transformá-lo em um aeroporto civil metropolitano, com destino a vários estados do País.

Praticamente todas as companhias aéreas que atuam no Brasil vêm demonstrando interesse em operar no novo terminal, em especial a Avianca e a Azul, que enviaram representantes ao evento para acompanhamento do processo.

Análises e Licenças – Agora a Administração Municipal tem 120 dias para providenciar o modelo da licitação do empreendimento, dando início aos trâmites para o começo das obras. A Companhia Estadual de Tecnologia e Saneamento Ambiental (Cetesb) já analisou o local e emitiu um termo que orienta a elaboração do Estudo de Impacto Ambiental. Logo após a obtenção das licenças, a Prefeitura de Guarujá iniciará o processo licitatório para concessão direta à iniciativa privada, visando a construção, exploração, operação e manutenção do equipamento.

Com área de aproximadamente 2,8 milhões de metros quadrados, o aeroporto terá um terminal de passageiros com capacidade para o trânsito de 500 mil passageiros por ano em cerca de 17 voos diários, estacionamento com cerca de 300 vagas, pátio de aeronaves para até quatro estacionamentos simultâneos, vias de acesso interno e de serviço, além de áreas para hangares. Os estudos desenvolvidos apontam para um investimento, por parte da iniciativa privada, em torno de R$ 80 milhões.

Para o presidente da Associação Brasileira de Empresas Aéreas (Abear), Eduardo Sanovicz, a pista do Núcleo da Base Aérea de Guarujá, com 1.390 metros, já é um pouco maior que a do Aeroporto Santos Dumont, no Rio de Janeiro, aceitando aviões entre 50 e 90 passageiros. Como seu índice PCN é de apenas 32, com um recapeamento asfáltico que aumente essa resistência para um PCN superior a 55 e uma obra de ampliação para 1.600 metros, já haveria condições técnicas de operar até aeronaves Airbus e Boeing.| SantosCidade

Pablo Ibañez é novo VP do Grupo Método
30/12/2013

Pablo Ibañez , Vice-Presidente Comercial e de EngenhariaO Grupo Método comunica a chegada de Pablo Ibañez como Vice-Presidente Comercial e de Engenharia. O executivo terá a missão de diversificar e ampliar o portfólio de clientes da Potencial Engenharia, uma das empresas do GRUPO, que atua há 25 anos no mercado de óleo e gás.

Com mais de 20 anos de experiência em Engenharia, Construção e Desenvolvimento de Negócios, Ibañez é graduado em Engenharia Mecânica pela Universidade Federal de Brasília e Mestre em Administração de Empresas pela Faculdade Getúlio Vargas. O executivo tem passagem como Country Manager, na CH2MHILL, onde cuidou de clientes como Petrobrás, VALE, CNS, DOW, Dupont Gerdau, entre outros.

A vinda de Ibañez traz, para a Potencial sua expertise no setor. “Chego ao GRUPO MÉTODO em um importante momento de crescimento e desafios”, afirma.

SobrePotencial– A Potencial Engenharia é hoje uma das principais fornecedoras do mercado de infraestrutura, construção, montagem e manutenção industrial. Ao longo de seus 25 anos de experiência, a Potencial desenvolveu competências necessárias para atuar em projetos amplos e complexos nos segmentos: óleo e gás, siderurgia, mineração, energia, entre outros.

SobreGrupo – O Grupo Método nasceu com a finalidade de fornecer soluções integradas de engenharia, construção e manutenção em empreendimentos complexos e de grande porte. Seu objetivo no mercado é atingir resultados extraordinários que agregam valor aos negócios e projetos de seus clientes, além de gerar oportunidades por meio de ambientes onde as pessoas tenham orgulho em trabalhar. Segurança, ética, cumprimento de prazos, rentabilidade e criação de perspectivas de desenvolvimento são valores essenciais para o Grupo. O Grupo Método foi fundado a partir da junção da matriz Método Engenharia – empresa com 40 anos de atuação no mercado – com as empresas Método Estruturas e Potencial Engenharia, além da unidade de negócio, Método FAST.| GrupoMétodo

Skydrive em Goiânia
28/12/2013

Skydrive Em Goiânia, o Victorian Living Desire será o primeiro residencial com com a tecnologia do skydrive do Centro-Oeste, o elevador que possibilitará ao morador estacionar o carro no andar de seu apartamento. Fora o Brasil, o skydrive só está presente em edifícios nos Estados Unidos e em Cingapura.

Skydrive no Victorian Living DesireAlém do interesse pela tecnologia do skydrive, outros diferenciais também chamaram a atenção. Para o coordenador de incorporações da Adão Imóveis, Rodrigo Simon Gruszezy, o consumidor de alto padrão tem buscado apartamentos maiores – que ofereçam o conforto de uma casa -, em localização estratégica para o seu dia a dia, próximo a restaurantes, escolas e shoppings centers, como é o caso do Victorian. “Detalhes agregados ao projeto, como o sol ser nascente e o acabamento da fachada, com materiais artesanais que remetem à era vitoriana, também chamaram a atenção”, afirmou o consultor.

O consultor imobiliário Leonardo Bessa teve a mesma impressão: “Percebi que meus clientes se sentiram atraídos pela arquitetura do Victorian, principalmente por causa da fachada”. Já o profissional de vendas Gilmar de Freitas foi além: “Meus clientes se interessaram pela personalização da planta e por diferenciais, como a automação, a manta acústica, os pontos de ar-condicionado e a segurança”.

Além dos diferenciais de arquitetura e de tecnologia inovadora, outro fator desperta o interesse do consumidor de alto padrão para o empreendimento: a localização. Em razão das dificuldades de mobilidade urbana, que se acentuam na capital goiana, muitos moradores têm buscado endereços que facilitam o cotidiano. No caso do público com maior poder aquisitivo, a maioria vive nos condomínios horizontais, que ficam nos extremos da cidade. Flávio Marini e Leila Bernardes perceberam o grande interesse dos visitantes pela localização do empreendimento: “Meu cliente frisou, três vezes, que o que mais chamou a atenção dele foi a ótima localização do residencial”, comentou Leila.

Para a corretora Gal de Oliveira, além da localização, a exclusividade do luxo e o valor da metragem do imóvel têm atraído a atenção dos clientes. “Apesar de ser um imóvel luxuoso, o valor ainda é considerado acessível em comparação com um um apartamento de luxo em cidades, como São Paulo e Rio de Janeiro”, afirmou.

O lançamento imobiliário do Victorian Living Desire vem ao encontro do movimento do mercado de luxo no Brasil que, via de regra, tem futuro próspero. A estimativa é que seu crescimento seja entre 10 e 20% ao ano, até 2020, alavancado pela expansão da riqueza no interior. São Paulo continua sendo o estado brasileiro com mais milionários – 49%, mas é no Centro-Oeste onde está a maior taxa de crescimento: a cada ano, o número cresce entre 10 a 20%. Um dos estímulos é a atividade agropecuária que, nos últimos 12 meses, subiu cerca de 13%. Os dados são MCF Consultoria.

SobreVictorian – Desenvolvido pelas incorporadoras GPL, Terral e Town, em torre única com inspiração na arquitetura inglesa, o Victorian Living Desire oferecerá 31 apartamentos – um por andar – de 404 metros quadrados, com sol nascente e pilares nas extremidades, favorecendo assim a personalização das plantas e grandes vãos de espaços. A suíte master terá mais que 54 metros quadrados; a cozinha, 30; já a sala de estar, integrada ao skydrive e à varanda com churrasqueira à carvão, chegará a 160 metros quadrados. Para o lazer, foi desenvolvido um modelo de uma casa de campo no terraço do empreendimento para proporcionar horas de relaxamento e tranquilidade, além de equipamentos no térreo. O paisagismo é de Benedito Abbud e promete surpreender na mistura de espécies ornamentais e frutíferas. Em relação à segurança, na portaria, as paredes em alvenaria serão reforçadas com concreto e portas da guarita terão blindagem de aço fortalecido. A organização da circulação interna por meio de acesso biométrico foi apenas uma das medidas desenvolvidas pela empresa de segurança TecnoSeg para o Victorian. Alguns itens só serão apresentados diretamente ao futuro morador. A medida faz parte do protocolo de segurança.

Ficha: Victorian Living Desire/ Rua 36 Quadra G16 Setor Marista, Goiânia, GO/ Área do Terreno: 1.148,65 m²/ Área Total Construída: 18.206,11 m²/ Número de pavimentos: 37/ Nº de unidades: 31 apartamentos, sendo um por andar/ Área privativa das unidades: 404,69 m²/ Nº de vagas de garagem por unidade: 5, sendo 4 vagas de garagem nos subsolos ou térreo e uma vaga por pavimento./ Arquitetura: Alexandre Leite/ Consultoria em arquitetura: Pablo Slemenson/ Arquitetura de interior: Juliana Atti/ Consultoria em mercado de luxo: MCF Consultoria/ Consultoria em segurança: Grupo TecnoSeg/ Elevadores: Atlas Schindler| VictorianLivingDesire

Bons projetos exigem planejamento
11/12/2013

O Brasil está praticamente a um semestre da abertura da Copa do Mundo de Futebol da Fifa de 2014. E, em suas áreas mais sensíveis e importantes para a sociedade, o transporte aeroportuário e a mobilidade urbana, o panorama é no mínimo preocupante. Em seis dos 12 aeroportos das cidades-sede da Copa é real a ameaça de que as obras de ampliação de sua capacidade, ultrapassada há anos, não sejam concluídas no tempo exigido. Na área de mobilidade urbana, a situação não é diferente. A deficiência na gestão federal é a real causa e origem desses problemas, embora alguns insistam em tentar tapar o sol com a peneira, como fez recentemente o ministro-chefe da Secretaria da Aviação Civil do governo federal, Wellington Moreira Franco, ao atribuir os atrasos nas obras aeroportuárias aos engenheiros brasileiros, “que são ruins e fazem projetos malfeitos”.

O Brasil foi escolhido para sediar a Copa 2014 em 30 de outubro de 2007 e a Olimpíada 2016 em 2009. Esses sete anos de antecedência para sediar os dois megaeventos esportivos mundiais seriam mais do que suficientes para os governos, em todos os níveis, planejar o que precisaria ser feito, desenvolver estudos, contratar bons projetos executivos e executar as obras necessárias, especialmente em mobilidade urbana e aeroportos – setores que permitiriam deixar um verdadeiro legado à sociedade, muito além dos equipamentos esportivos exigidos. Em 2010, foi instituída a chamada “Matriz de Responsabilidades” para os diversos níveis de governo para as obras da Copa. Porém, a ineficiência na gestão governamental é registrada pelo atraso nas obras dos aeroportos em metade das cidades-sede e na confissão, pelos ministros Miriam Belchior, do Planejamento, e Aguinaldo Ribeiro, das Cidades, de que o plano anunciado pela presidente Dilma Rousseff após as manifestações de junho último de investir R$ 50 bilhões em mobilidade urbana não teria condições de ser cumprido na íntegra “por falta de projetos na prateleira”.

O que fica evidente nos pronunciamentos desses importantes ministros do governo federal é a tentativa de buscar um “bode expiatório”. Sabemos que é difícil, quase impossível, para qualquer político ocupante de cargo público executivo admitir a incompetência, própria e do governo ao qual pertence. É muito mais simples tentar jogar a culpa pelo não cumprimento dos prazos em terceiros. Mas isto não ajuda minimamente a resolver as deficiências, assim como não adianta à avestruz enfiar a cabeça no buraco – o restante continua ostensivamente à vista.

O setor de projetos de arquitetura e engenharia infelizmente não tem como corrigir as deficiências gerenciais do governo, mas pode sim alertar os administradores públicos sobre a necessidade de planejar bem e contratar bons projetos para os empreendimentos públicos. Não é uma tarefa fácil. Nós, do Sinaenco, sindicato que reúne mais de 23 mil empresas do setor de projetos, gerenciamento e supervisão de obras, dos mais diversos portes, vimos desde 2007alertando para a necessidade de planejamento. Aliás, lançamos, em junho de 2009, um relatório intitulado “Vitrine ou Vidraça – Desafios do Brasil para a Copa 2014”, resultado de uma série de 17 eventos que promovemos, entre 2008 e início de 2009, em cidades então candidatas a sediar uma chave do campeonato mundial de futebol. Nesses eventos, foram analisados os principais problemas de cada uma delas e do governo federal, para que evitássemos virar “vidraça” para o resto do mundo.

A necessidade de planejar bem e contratar bons projetos executivos pela melhor solução técnica constituíram-se em “mantra” de nosso setor, apregoado em um sem-número de artigos, entrevistas e reportagens, além de palestras e em eventos promovidos por órgãos públicos e entidades. A contratação de bons projetos, porém, exige planejar bem, incluindo o prazo necessário para o seu desenvolvimento. Em países como Alemanha e Japão esse prazo exige entre 40% e 50% do tempo a ser despendido com a execução da obra; no Brasil, essa relação chega a ser inferior a 10%! Os países desenvolvidos respeitam a arquitetura e a engenharia. Sabem que os projetos contratados pela melhor solução técnica garantem qualidade e execução nos custos e nos prazos previstos. No Brasil, soma-se o desrespeito à engenharia à ignorância generalizada sobre o papel essencial e insubstituível do projeto no resultado final de uma obra pública – seja na qualidade, nos custos e nos prazos. Para isso, é preciso contratar projetos pela melhor solução técnico-econômica e não pelo menor preço. E reservar o prazo adequado à elaboração de um “serviço técnico especializado de natureza predominantemente intelectual”. Aos nossos governantes, é preciso lembrar, ou informar, em alguns casos, que a arquitetura e a engenharia são instrumentos indispensáveis ao desenvolvimento e engenheiros e arquitetos são os operadores desse desenvolvimento. E, mais ainda, que o Brasil dispõe de profissionais altamente qualificados nesses setores: o “técnico” e a “cartolagem”, porém, não estão sabendo tirar proveito da competência que têm à sua disposição.

Assim, contratar projeto por pregão ou por menor preço, prática que infelizmente tem sido comum em nosso país, seria, por analogia, como se nossas autoridades estivessem com uma dor de dente insuportável e escolhessem para o tratamento o dentista que ofereceu o menor preço. Ou que uma renomada montadora de automóveis contratasse o projetista que propôs o valor mais baixo – e não a expertise e a melhor solução – para desenvolver o projeto de seu carro top de linha.

Planejar bem, contratar projetos pela melhor solução técnico-econômica, pelo valor adequado – e nunca pelo menor preço ou por pregão -, com o prazo necessário ao seu desenvolvimento é uma receita eficaz para a conquista de qualidade, com controle rigoroso de seus custos e do prazo de execução. O bom projeto executivo é também, por isso, o que denominamos de uma “vacina anticorrupção”.

Para resolver a ineficiência da administração pública brasileira não adianta importar administradores cubanos, por exemplo. A solução está no Brasil e na busca real por administradores capazes, planejadores eficientes, que pensem nas próximas duas décadas, no mínimo, e não apenas na próxima eleição, que ocorre a cada dois anos. Senão, nossos governantes podem virar a “vidraça” da vez, nas manifestações e na insatisfação generalizada da sociedade.

José Roberto Bernasconi, presidente da Regional São Paulo e coordenador para Assuntos da Copa do Sinaenco (Sindicato da Arquitetura e da Engenharia)| Sinaenco

MVC concluirá 582 casas no RS
11/12/2013

São 150 unidades em Igrejinha, 100 em Farroupilha, 300 em Canoas e 32 em Canela para o Programa Minha Casa Minha Vida

Eduardo Kunst, diretor executivo das Empresas Artecola, acompanha construção das casas na cidade de Igrejinha

A MVC fará a entrega, até abril de 2014, de 582 novas casas construídas com a tecnologia Wall System, nas cidades gaúchas de Igrejinha, Farroupilha, Canoas e Canela. Os empreendimentos estão enquadrados no Programa Minha Casa Minha Vida para a faixa de 0 a 3 salários.

Em Igrejinha, as obras estão adiantadas, com o fornecimento do kit básico pela MVC e a responsabilidade pela entrega das casas prontas em Igrejinha e nas demais cidades do Rio Grande do Sul será da Construtora AYRES, de Sapiranga. As unidades têm 42,84 m2 de área construída, com dois quartos, sala, cozinha, banheiro e área de serviço, além de espaço livre em frente à casa para a possível ampliação de mais um quarto.

Até outubro de 2013 foram construídos mais de 200 mil m2 utilizando a tecnologia Wall System e existem casas na Serra Gaúcha com mais de 7 anos de uso. As entradas de novos pedidos não param de chegar, mas hoje a MVC está limitada à liberação prévia da CEF e a empresa já solicitou uma ampliação de volume.

Mais de 1.018 unidades serão construídas em um ano – Com essas casas, a MVC deverá fechar a construção de 1.018 unidades em um ano no Rio Grande do Sul e no Rio de Janeiro, sem incluir as creches que estão sendo iniciadas neste mês de novembro. Elas fazem parte do Programa PROINFÂNCIA – Programa Nacional de Reestruturação e Aparelhagem da Rede Escolar Pública de Educação Infantil, criado pelo governo federal (MEC e FNDE), que integra o Plano de Desenvolvimento da Educação (PDE). Ao todo, está prevista a construção de 1.400 creches (aproximadamente 1,3 milhão de m2), em diversos Estados brasileiros, até o final de 2014.

O Sistema Construtivo Wall System – Em vez dos materiais tradicionais, as casas e creches são construídas com sistema Wall System, com painéis do tipo sanduíche de lâminas em compósitos reforçados com fibra de vidro (similar ao que se usa em aviões, ônibus, barcos e trens), núcleos especiais que garantem o desempenho térmico, acústico e resistência a fogo. Para as casas a estrutura é metálica. Para as creches o sistema é ainda mais inovador e utiliza estrutura em perfis em compósitos de alto desempenho reforçado com fibra de vidro e produzidos pelo processo de pultrusão. Entre as vantagens em relação ao processo tradicional o sistema oferece maior velocidade de construção, durabilidade, resistência, flexibilidade, conforto térmico e acústico, obra limpa e desperdício zero.

Por se tratar de um sistema construtivo industrializado, a racionalidade dos processos garante maior velocidade na execução da obra, além de ser tecnicamente superior em relação aos padrões construtivos convencionais. As vantagens do Wall System vêm sendo comprovadas nos últimos oito anos de existência do projeto, quando as primeiras casas foram construídas em Caxias do Sul e também por todas as homologações e certificações, incluindo a norma de desempenho NBR 15.575.| MVC