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Bienal | Triptyque em Veneza
18/06/2014

Nominação da Triptyque na Bienal de Veneza – No quadro da Bienal de Veneza, que acontece até 23 de novembro de 2014, a agência de arquitetura franco-brasileira, Triptyque, tem o imenso prazer de ter sido selecionada “entre as maiores agências internacionais de arquitetura fora do Star System”
Bienal

Nominação da Triptyque na Bienal de Veneza

Esta seleção da Bienal está sob a iniciativa da AIAC (Associação Italiana de Arquitetura e da Crítica) e do site de informação PresS/Ttinternacional. Ela deseja dar mérito as agências não convencionais que revolucionam a arquitetura pelo seus projetos.

Em paralelo do evento Off, Triptyque participará de um encontro no Palazzo Widmann com a rede internacional das agências de arquitetura inovadora. Triptyque estará em meio de personalidades famosas da arquitetura, como: Peter Cook, Patrick Schumacher, Hans Ibelings, Bill Menking, Nanne de Ru, Aaron Betsky, Lola Sheppard, Indira van’t Klooster, Odile Decq, Hani Rashid entre outros.

Desde o ano 2000, Triptyque Architecture explora as ferramentas que podem servir à construção contemporânea e sustentável e participa da evolução dos espaços urbanos. Hoje sediada em São Paulo e Paris, a agência criada por Grégory Bousquet, Carolina Bueno, Guillaume Sibaud e Olivier Raffaelli completa 12 anos de criação com tendência experimental.

Inicialmente baseada em São Paulo, a agência enfrentou uma paisagem urbana em total desenvolvimento, um perfeito estímulo à criatividade. Dessa eletricidade, a Triptyque tirou inspiração para a realização de projetos como Harmonia_57, Fidalga_727 e Colombia_325. Em 2008, a agência iniciou o seu trabalho na França; neste ano,  recebeu o prêmio dos Nouveaux Albums des Jeunes Architectes do Ministério Francês da Cultura (NAJA 2008). A partir daí, a agência exportou seu expertise para Courbevoie para Osny, que receberá o projeto de uma mediateca em 2014. Reconhecida por sua obra contemporânea e experiências na construção sustentável a Triptyque foi convidada a realizar instalações e performances apresentadas na Bienal de Hong Kong/Shenzen em 2009, no museu Guggenheim de Nova York, no London Festival of Architecture e no Victoria&Albert Museum, em Londres, em 2010.

Em 2014, a Triptyque, mais que nunca, exerce a sua arquitetura nos dois continentes traduzindo suas inspirações e as suas experiências, de um país para o outro.

No Brasil: Pavilhão no Instituto de Arte Contemporânea de Inhotim (Minas Gerais – em desenvolvimento) / Casa das Artes (São Paulo – estudo em andamento) / Casa de shows (São Paulo – em obras) / Prédios residenciais e comerciais Delfina, Harmonia, Groenlândia (São Paulo – estudo em andamento) / Prédio comercial Rio Branco (Rio de Janeiro – estudo em andamento).
Na França: Midiateca (Osny – em obras) / Prédio residencial (Ris-Orangis – estudo em andamento) / Edifício misto (Paris Rive Gauche – concurso).

Sócios –  Grégory BOUSQUET – Architecte DPLG, École d’architecture Paris-La Seine (1998), DEA de Philosophie, Paris-La Sorbonne (1999), DEA de Théorie et projet en architecture, Paris-Villemin (1999) / Carolina BUENO – Architecte DPLG, École d’architecture Paris-La Seine (1999), Certificat de paysagisme, Institut Brésilien de paysagisme (2005) / Olivier RAFFAELLI – Architecte DPLG, École d’architecture Paris-La Seine (1998), DEA d’urbanisme, Institut d’urbanisme de Paris (1999) / Guillaume SIBAUD – Architecte DPLG, École d’architecture Paris-La Seine (1998), DEA d’urbanisme, Institut d’urbanisme de Paris (1999) | webTriptyque

Saneamento | saúde, produtividade e renda
15/06/2014

Uma conquista importante para a sociedade e o País seria a universalização do serviço de saneamento. Tecnologias compactas e modulares, que tratam efluentes, podem acelerar esse processo
saneamento

Adriano Gagliardi Colabono: saneamento é importante para a sociedade e o País

O que saneamento básico tem a ver com o trabalho e a produtividade? Tudo. A ocorrência de doenças infecciosas ocasionadas pelas más condições de saneamento e esgotamento sanitário está entre as principais causas de faltas no trabalho e baixa produtividade do trabalhador. Desde 2002, a Organização Mundial da Saúde (OMS) considera este um dos dez principais fatores de graves consequências para o ser humano. E isso não é à toa.

Embora os números referentes ao tema já tenham sido divulgados, é importante reforçar a necessidade de ampliação dos serviços de saneamento básico no País. Segundo levantamento do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), somente 53% dos brasileiros tem acesso à rede de esgoto e apenas 40% do esgoto são tratados.

De acordo com o estudo ‘Benefícios Econômicos do Saneamento Brasileiro’, apresentado pelo Instituto Trata Brasil e o Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), com base em pesquisa realizada pela Consultoria Econômica Ex Ante, a universalização do saneamento básico no Brasil exigiria investimentos de R$ 313,2 bilhões (valores de 2013), com significativos benefícios que se estenderiam numa cadeia, incluindo aspectos educacional, profissional e de renda salarial.

É como um efeito dominó: falta de saneamento, problemas de saúde, mais faltas na escola e no trabalho, baixo rendimento, formação comprometida, profissionalização prejudicada, pouca produtividade e baixa renda salarial, e perdas econômicas. Ampliar o acesso da população a estes serviços só traria vantagens para o desenvolvimento do País, em produtividade, qualidade de vida e custos.
Isto porque a cada R$ 1 milhão investido em obras de esgoto sanitário são criados 30 postos de trabalho diretos e 20 indiretos, além daqueles permanentes quando o sistema entra em operação. Com investimentos de R$ 11 bilhões por ano estima-se a geração de 550 mil novos empregos no mesmo período.

Na área de saúde, o efeito seria ainda mais positivo. Em 2013, foram notificadas ao DataSus 340 mil internações por infecções gastrointestinais, correspondentes a 900 mil dias de trabalho perdidos. A universalização dos serviços de água e esgoto possibilitaria uma redução de 23% dos afastamentos por diarreia, com economia de R$ 258 milhões por ano, e seriam evitadas 74,6 mil internações, R$ 27,3 milhões em gastos com saúde.

Além disso, a produtividade aumentaria em 13,3%, favorecendo o aumento da renda. Vale destacar que trabalhadores sem acesso à coleta de esgoto ganham salários, em média, 10,1% inferiores aos daqueles que moram em locais com coleta de esgoto.

Há muito a ser feito. É lamentável que as 81 maiores cidades do país descartem 5,9 bilhões de litros diários de esgoto sem tratamento. Se os investimentos em saneamento continuarem no ritmo atual, apenas no ano 2122 todos os brasileiros terão acesso a esse serviço básico: é muito tempo.

Toda urgência é necessária, por isso, destacam-se no mercado tecnologias compactas que tratam efluentes e aliam praticidade, funcionalidade, com fácil adequação a diferentes projetos e possibilidade de expansão. A união entre iniciativa pública e privada pode tornar esses meios em solução, mais rápida e eficiente.

Por Adriano Gagliardi Colabono, supervisor comercial interino e supervisor de engenharia de aplicação da Unidade de Negócios Mizumo – referência nacional em projetos para estações pré-fabricadas para tratamento de esgoto sanitário.| webMizumo

Mestrado em Arquitetura na FIAM-FAAM
04/06/2014

Programa inédito de mestrado no Estado de São Paulo atenderá a demanda de formação profissional ligada ao desenvolvimento urbano

MestradoO FIAM-FAAM Centro Universitário do Complexo Educacional FMU está com inscrições abertas para o curso de Mestrado profissional na área de Arquitetura e Urbanismo. Aprovado pela CAPES/MEC, o Programa de Pós-graduação Stricto Sensu é pioneiro no Estado de São Paulo por possuir seu foco nos estudos e aplicação prática no setor produtivo.

O programa do mestrado é composto por duas linhas de pesquisa: Planejamento, Projeto e Gestão da Cidade e Transformações do Território – patrimônio, cultura e sociedade. A primeira linha de pesquisa possui o objetivo de estudar e analisar as políticas, suas diretrizes e ações, voltadas ao desenvolvimento urbano, com ênfase na infraestrutura urbana. A segunda linha de pesquisa, estuda as cidades na perspectiva histórica e das dinâmicas socioeconômicas das sociedades, os processos e projetos de produção e transformação do espaço urbano.

O Mestrado tem como público-alvo os profissionais da iniciativa privada, funcionários de órgãos públicos e autarquias com interesse em aprofundar seus conhecimentos em planejamento, intervenção e gestão dos problemas urbanos contemporâneos à luz dos instrumentos urbanísticos recentes e de sua aplicabilidade em situações concretas realistas, exequíveis e eficazes.

As inscrições estarão abertas até 20/07/2014, para início das aulas em 11 de agosto de 2014.| webFIAM-FAAM

Triptyque | Mediateca de Osny, França
03/06/2014

A mediateca de Osny foi concebida pelos arquitetos da Triptyque como um espaço urbano coberto, um prolongamento do espaço público

Triptyque

O projeto se desenha liberando ao máximo possível a planta arquitetônica, reduzindo as fronteiras entre interior e exterior. O prédio foi concebido com um grande vão livre , privilegiando a fluidez espacial e a evolução dos espaços interiores para futuras adaptações.
A mediateca está coberta por um dossel de concreto sustentado por pilares e delimitado por uma grande cortina de vidro. Graças a esse vidro, o prédio se beneficia do máximo de transparência possível, o que permite de colocar em perspectiva os espaços internos. Aliás, pode-se dizer que os muros não existem mais, otimizando assim a relação entre o equipamento publico e a vida da cidade.

A mediateca foi construída em dois níveis: no térreo o visitante encontrará espaços destinados às crianças e jovens, e também um espaço de relaxamento. O mezanino abrigará escritórios e uma sala de reunião. Finalmente, os espaços de documentação e de multimídia, assim como uma sala de trabalho, estarão situados no primeiro andar.

O escritório Triptyque quis simplificar a arquitetura a fim de que a construção seja dedicada à grandeza dos espaços (pé direito alto, vidros de piso a teto).

Assim a mediateca de Osny se tornará um símbolo de fluidez e de acessibilidade da informação para todos. Ela reafirma as relações sociais reais em um mundo cada vez mais virtual. A mediateca de hoje, segundo a Triptyque, é uma praça pública acessível e dedicada a troca de informações.

Os trabalhos da mediateca de Osny começaram em Março de 2014, o prédio deveria ser entregue em Abril de 2015

Sobre Triptyque –  Desde o ano 2000, Triptyque Architecture explora as ferramentas que podem servir à construção contemporânea e sustentável e participa da evolução dos espaços urbanos. Hoje sediada em São Paulo e Paris, a agência criada por Grégory Bousquet, Carolina Bueno, Guillaume Sibaud e Olivier Raffaelli completa 12 anos de criação com tendência experimental. Inicialmente baseada em São Paulo, a agência enfrentou uma paisagem urbana em total desenvolvimento, um perfeito estímulo à criatividade. Dessa eletricidade, a Triptyque tirou inspiração para a realização de projetos como Harmonia_57, Fidalga_727 e Colombia_325. Em 2008, a agência iniciou o seu trabalho na França; neste ano,  recebeu o prêmio dos Nouveaux Albums des Jeunes Architectes do Ministério Francês da Cultura (NAJA 2008). A partir daí, a agência exportou seu expertise para Courbevoie para Osny, que receberá o projeto de uma mediateca em 2014. Reconhecida por sua obra contemporânea e experiências na construção sustentável a Triptyque foi convidada a realizar instalações e performances apresentadas na Bienal de Hong Kong/Shenzen em 2009, no museu Guggenheim de Nova York, no London Festival of Architecture e no Victoria&Albert Museum, em Londres, em 2010. Em 2014, a Triptyque, mais que nunca, exerce a sua arquitetura nos dois continentes traduzindo suas inspirações e as suas experiências, de um país para o outro.

Ficha – Mediateca de Osny – Osny 95 – França / Cliente: Prefeitura de Osny / Autor do projeto: Triptyque (arquiteto mandatário) / Bidard & Raissi (arquitetos associados) / Programa: Mediateca BBC / Missão: missão de base / Área útil: 1487 m² / Superfície do terreno: 2150 m² / Orçamento: 3,65 Milhões de Euros / Calendário: em obra / Localização Place dês impressionnistes – 95520 Osny – França / Data de entrega do projeto: Abril 2015 / Arquitetura: Triptyque / Associados: Greg Bousquet, Carolina Bueno, Guillaume Sibaud e Olivier Raffaelli / Cordenador geral Morgan Rapy / Chefe de projeto Damien Murat / Créditofoto: Triptyque / Equipe Agência de estudos técnicos TCE: Arcadis / Acústica: Tisseyre & associados / Empreendedora Empresa geral: Fayolle & Fils  | webTriptyque

b720 | Assina projeto na zona oeste
03/06/2014

Escritório espanhol b720 Fermín Vázquez Arquitetos assina projeto de empreendimento residencial no bairro do Itaim Bibi

b720A cidade de São Paulo recebe empreendimento residencial assinado pelo premiado escritório de arquitetura espanhol b720 Fermín Vázquez Arquitetos. Com conceito inédito no mercado, sendo o primeiro edifício compacto triple A da capital, o Forma Itaim recebe a incorporação da Huma Desenvolvimento Imobiliário, GR Properties e ERC Desenvolvimento Imobiliário. O lançamento, no bairro do Itaim Bibi, na zona oeste, prevê o Volume Geral de Vendas (VGV) de R$ 120 milhões.

O escritório de arquitetura b720 Fermín Vázquez Arquitetos traz ao projeto uma arquitetura arrojada, que dialoga com os elementos urbanos da cidade, característica das grandes metrópoles da Europa, onde o escritório é responsável por diversas obras, como a Torre Agbar e o Mercado dos Encantos, ambos em Barcelona-ESP. No Brasil, além do Forma Itaim, Fermín Vazquez é responsável por obras urbanísticas, como a revitalização do Cais Mauá, em Porto Alegre-RS e o projeto para um bairro sustentável em uma superfície de aproximadamente 350 hectares, em Brasília, que tem a pretensão de se tornar referência de cidade sustentável para o mundo.

“Este projeto tenta  demonstrar que a racionalidade econômica e construtiva não é incompatível com arquitetura de qualidade. Foi uma grande satisfação projetar o Forma Itaim para incorporadores com visão de futuro. Pode-se dizer que o projeto agrega à cidade de São Paulo uma peça de arquitetura internacional, ainda que desenvolvida por nós desde o conceito até o detalhamento construtivo no Brasil”, comenta o arquiteto Fermín Vázquez.

“Selecionamos o escritório b720 Fermín Vázquez porque nosso objetivo era criar um edifício que fugisse dos padrões estéticos do mercado imobiliário, com arquitetura contemporânea e personalidade”, comenta Rafael Rossi, presidente da incorporadora Huma. Com apartamentos com metragens que vão de 45 m², no estilo Studio, até 140 m² na configuração Gardens, o empreendimento é voltado a quem deseja morar perto do trabalho, com o máximo de conforto e estética.

Somado a esse conceito, as áreas comuns do Forma Itaim dispõem de piscina, solarium, academia, sauna, spa, quadra de squash, lavanderia coletiva, bicicletário, entre outros benefícios que colaboram para a integração dos moradores. O hall dos apartamentos foi projetado de maneira a utilizar luz natural, com paredes e portas de vidro, oferecendo vista para o exterior. O empreendimento também terá gerador elétrico para atendimento de todo o prédio, inclusive para ar condicionado, além do aquecimento central de água. O serviço de concierge será bilíngue.

Agregando conteúdo estético e conceitual, o projeto recebe também as assinaturas do paisagista Alex Hanazaki e do escritório franco-brasileiro Triptyque, responsáveis pela decoração das áreas comuns. Além de fachada revestida de cerâmica mecanizada, o residencial apresenta elevadores panorâmicos, que recebem luz natural e técnica construtiva que prioriza a ventilação natural, reduzindo assim, o consumo de energia elétrica.

Além de confortável para quem busca um aporte estético para morar, o empreendimento é indicado para quem deseja investir, levando em conta sua localização, pois o bairro do Itaim Bibi se destaca por sua infraestrutura. Em meio aos escritórios, shoppings centers, restaurantes e clubes, edifícios residenciais começam a atender às demandas de executivos e estudantes, que desenvolvem suas atividades no bairro. “Existem muitas empresas nessa região, em razão disso, este é um projeto criado para pessoas que desejam trabalhar e morar próximo ao trabalho”, diz Eduardo, conclui Eduardo Rossi, presidente da incorporadora ERC.

Ficha Técnica / Empreendimento: Residencial / Área do terreno: 1.886 m² / Número de torres: 01 / Número de andares: 25 / Número de unidades: 123 / Número de elevadores: 04 / Número de vagas: 131 / Número de vagas por unidade: 1 ou 2 / Plantas: 108 apartamentos de Studio 45 m²; 03 apartamentos de Cobertura de 90 m²; 06 apartamentos Duplex de 66 m²; 06 apartamentos Gardens de 49 m² a 140 m² / Arquitetura: b720 Fermin Vázquez Arquitectos / Decoração das Áreas Comuns: Triptyque III Architecture / Paisagismo: Alex Hanazaki

Sobre b720 Fermín Vázquez Arquitetos – O escritório de arquitetura b720, liderado por Fermín Vázquez, foi fundado em Barcelona e produz arquitetura rigorosamente contemporânea, comprometida com o uso responsável dos recursos naturais. A sua coerência se baseia em uma metodologia de trabalho própria, evitando deliberadamente a elaboração de um estilo ou formalismos.
Projetos no Brasil – Há seis anos, o b720 Fermín Vázquez Arquitetos começou suas atividades no Brasil, a partir do concurso para a requalificação do frente portuário do Rio Guaíba, em Porto Alegre, no qual sua participação foi vencedora. Além desse projeto que revitalizou 2,5 quilômetros da zona portuária, o escritório de Fermín Vázquez está engajado em projetos residenciais nos bairros de Vila Ipojuca e Itaim Bibi e em empreendimentos comerciais em Campinas e na Vila Madalena.| webB720FermínVázquez

BNDES | Concurso recebe 64 propostas
02/06/2014

Estudos Preliminares recebidos no BNDES, serão analisados até 13/6 e 5 passarão para a fase de anteprojeto, que deverá ser desenvolvido em 60 dias

BNDESO BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social finalizou com sucesso a etapa de inscrições para o concurso público de Arquitetura para o prédio anexo da instituição, que será construído no Centro do Rio de Janeiro. Foram recebidas, no total, 64 propostas de Estudos Preliminares para o certame.

O prazo de entrega esteve aberto até a última sexta-feira, 11. A relação das 64 propostas recebidas — oriundas de 11 Estados, das 5 regiões brasileiras — já está disponível no hotsite do concurso e será publicada no Diário Oficial da União (DOU),  nesta quarta-feira, 16.

Agora, o Concurso entra na fase de seleção dos Estudos Preliminares, processo que se estenderá até 13 de junho. Dentre os 64 estudos apresentados, serão escolhidos cinco, cujos autores terão 60 dias para desenvolver o anteprojeto de arquitetura.

A previsão de término do concurso é outubro de 2014. Ao final, o projeto vencedor receberá prêmio bruto de R$ 1,2 milhão. As propostas classificadas de segundo a quinto lugar receberão, pela ordem, R$ 87,5 mil, R$ 75 mil, R$ 62,5 mil e R$ 50 mil.

O prédio anexo, a ser construído na Avenida República do Paraguai, permitirá ao BNDES desocupar espaços alugados no Centro do Rio e reagrupar todos os empregados em um só conjunto de edifícios, gerando economia para a instituição. Ao mesmo tempo, o novo espaço contribuirá para a revitalização do seu entorno.

Ao optar pela modalidade de Concurso, o BNDES buscou valorizar a Arquitetura nacional e obter um projeto diferenciado para o seu edifício, cuja concepção arquitetônica original será mantida. Está aberta a possibilidade de que o vencedor do concurso seja contratado, com base em valores de mercado, para eventual necessidade de adequação do Anteprojeto.

O Concurso teve o apoio institucional do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro (CAU/RJ) e foi formatado de maneira a conciliar as melhores práticas da Arquitetura com a Lei de Licitações e o atendimento pleno aos requisitos legais e recomendações do Tribunal de Contas da União (TCU).| webAnexoBNDS

Giuseppe Cafasso em estilo italiano
02/06/2014

O estilo das casas da Toscana, Itália, fez com que o arquiteto Giuseppe Cafasso se inspirasse para construir uma harmoniosa residência na Granja Vianna, São Paulo

Giuseppe Cafasso

Com um tom poético, fluidez das linhas, o aproveitamento intuitivo dos espaços e a fácil interlocução com a natureza ao redor, caracterizam o estilo e o trabalho do arquiteto.

Todo o projeto foi pensando em satisfazer as necessidades do cliente como criar espaços integrados, entre área gourmet e a área social, em que ambas estarão voltadas para o jardim.

Todos os ambientes possuem muita iluminação externa, são bem ventilados, com um estilo rústico e elegante, que fazem com que esse projeto seja uma releitura das construções típicas da Toscana.

“A intenção do projeto como inspiração é dar um tom poético, valorizando os volumes, aumentando os contornos visuais, buscando novas observações, cantos, aberturas, enfim que tenha sempre um motivo a mais para ser observado”, afirma o arquiteto Giuseppe Cafasso.

Com detalhes em tijolo de demolição, a casa foi equipada com móveis que replicam a linguagem limpa da arquitetura, dando um toque de casa de campo. Os móveis as peças exibem uma delicada paleta de brancos com pinceladas de nuances neutras muito pontuais, além de contar com o verde do jardim, que traz uma atmosfera de paz e relaxamento em todos os ambientes.

Sobre Giuseppe Cafasso – Há 34 anos no mercado de arquitetura, Giuseppe Cafasso possui um trabalho harmonioso, com a fluidez das linhas e aproveitamento intuitivo dos espaços. Busca as tendências das casas ecológicas e sustentáveis em seus projetos, pois é adepto de materiais sustentáveis como pinho de riga, roliço de eucalipto, madeira de demolição, entre outros. Suas principais inspirações são as vilas italianas, a poesia, a música clássica e o meio ambiente.| webCafasso

CAU/SP | dicas para uma casa sustentável
02/06/2014

Segundo  Afonso Celso Bueno Monteiro, presidente do CAU/SP – Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo: “As empresas se preocupam muito com a questão da sustentabilidade, até para passar uma boa imagem ao público. Por isso estão investindo cada vez mais em práticas sustentáveis”
CAU-SP

Afonso Celso Bueno Monteiro, Presidente do CAU/SP

O Brasil já é o quarto país do mundo com o maior número de obras certificadas por sustentabilidade, atrás apenas dos Estados Unidos, China e Emirados Árabes Unidos, segundo dados do Green Building Council Brasil (GBC). No entanto, essa prática ainda é adotada predominantemente em empreendimentos comerciais.
Mas, o dirigente do CAU/SP acredita que esse movimento pode começar a conquistar mais adeptos também em projetos residenciais.  “As pessoas estão mais conscientes e cada um querendo também fazer a sua parte. Porém, muitas não sabem exatamente como e o que pode ser feito ou acreditam que para isso seja necessário um alto investimento”, garante o presidente do CAU/SP.

Uma casa deve atender a inúmeras exigências técnicas para ser considerada plenamente sustentável, desde a escolha do material utilizado na sua construção. Ainda assim, segundo o dirigente do CAU/SP, é possível adotar medidas simples e de baixo custo, como também hábitos corretos no dia a dia, que dão ótimos resultados e certamente contribuem com o meio ambiente. A seguir, Monteiro sugere algumas práticas que podem ser facilmente adotadas para se ter uma casa sustentável:
– Quanto mais e maiores forem as janelas, melhor se aproveita a luz natural. Além de economizar energia elétrica, garante uma boa ventilação;
– Nas janelas, pode-se instalar toldos e brises, evitando o superaquecimento da casa especialmente nos dias de calor, evitando também o uso de ventiladores ou ar-condicionado;
– Prefira as lâmpadas fluorescentes ou as de LED, que são bem mais econômicas e duráveis do que as incandescentes;
– Com queda dos preços observada nos últimos anos, os painéis de energia solar estão se tornando cada vez mais acessíveis e já são uma alternativa a ser considerada para reduzir o consumo de energia elétrica;
– Responsável por um dos maiores desperdícios de água, a descarga pode se tornar mais econômica se tiver uma caixa acoplada. Com dois botões diferentes, pode-se dar descarga com apenas 3 litros de água (botão menor) ou 6 litros (botão maior);
– Com o uso de calhas, cisternas ou tanques, pode-se coletar a água da chuva e aproveitá-la em situações que não exigem água potável, como regar o jardim, lavar carro e quintal ou até mesmo na descarga dos vasos sanitários;
– Usar torneiras com aerador (espécie de “chuveirinho”), que garante uma menor vasão de água, mas a sensação é justamente a contrária;
– Ao comprar aparelhos eletrônicos e eletrodomésticos, escolha aqueles que têm o selo PROCEL, que indica melhor eficiência energética. Ou seja, consomem bem menos. | webCauSP

Veneza | Brasil na Bienal de Arquitetura
02/06/2014

Sob o título Fundamentals, a Biennale di Architettura 2014, em Veneza, tem como curador o arquiteto holandês Rem Koolhaas
Veneza

Pavilhão Brasileiro em Veneza / Hospital Sarah, João Filgueiras Lima_Lelé, Brasília, 2003/ fotoNelsonKon

Rem Koolhaas propôs um tema específico aos países participantes: Absorbing Modernity 1914-2014, procurando entender como as arquiteturas nacionais absorveram a modernidade no último século e como, eventualmente, mantiveram elementos tradicionais.

A convite da Fundação Bienal de São Paulo, o diplomata e crítico de arquitetura André Aranha Corrêa do Lago assumiu a curadoria da participação brasileira na mostra de Veneza. “O Brasil é um dos países que absorveram de forma mais interessante os preceitos da arquitetura moderna, o que contribuiu para o fortalecimento da identidade nacional. Ao contrário de outros países que construíram, ao longo dos séculos, uma arquitetura típica nacional – reconhecível de forma quase caricatural pelos outros povos – aquela que é conhecida como ‘arquitetura brasileira’ não é a do passado, mas a moderna” – afirma o curador.

A exposição que ocupa o Pavilhão do Brasil pretende mostrar a evolução cronológica da arquitetura no país, organizada por tipos de “edifícios”: habitações coletivas, habitações individuais, edifícios governamentais, escolas, urbanismo, paisagismo, pavilhões e centros culturais. Além dos projetos mais relevantes para a evolução arquitetônica nacional, que inclui a arquitetura pré-colombiana (ocas), construções vernaculares e projetos barrocos, a mostra destaca as obras de grande influência internacional, como o Palácio Capanema, Pampulha e Brasília. A mostra, na Bienal de Veneza, evidencia que existe um conjunto de grandes personalidades que permitiram que a arquitetura brasileira fosse particularmente relevante: a sequência e interação entre Lucio Costa, Oscar Niemeyer, Roberto Burle Marx, Affonso Reidy, Lina Bo Bardi, Lelé (João Filgueiras Lima) e Paulo Mendes da Rocha é de uma riqueza impressionante.

Cerca de 50 arquitetos e 180 projetos compõem a mostra que reúne várias gerações. Além dos nomes citados acima, estão os históricos Vilanova Artigas, Gregori Warchavchik e Rino Levi; os consagrados Ruy Ohtake e Eduardo de Almeida; os reconhecidos Vinicius Andrade, MarceloMorettin, AngeloBucci, IsayWeinfeld, Marcio Kogan e Marcos Boldarini; e os jovens Carla Juaçaba e Rodrigo Cerviño Lopes, entre outros.

Painéis com imagens históricas e croquis dessas construções fazem parte de uma expografia que impõe um trajeto cronológico, orientando o visitante com as informações essenciais sobre a história da arquitetura no período em questão. Além disso, o espaço intercala a narrativa visual ao uso de divisórias em treliças e cobogós, solução arquitetônica amplamente difundida no país, composta por elementos vazados que permitem ventilação e luminosidade aos ambientes.

Pelo período estabelecido para o tema, o curador considera que o Brasil esteve em processo de desenvolvimento e que sua arquitetura caminhou em paralelo aos amplos desafios econômicos devido ao crescimento acelerado. Além disso, destaca a relevância da arquitetura por sua centralidade na busca de solução para problemas urbanos, principalmente na integração de bilhões de pessoas às cidades: “Segundo estudos recentes da ONU, será possível erradicar a pobreza absoluta no mundo até 2030. Sabe-se, também, que a população mundial deverá ser esmagadoramente urbana para sobreviver e que a humanidade só poderá enfrentar a mudança do clima se houver alteração nos padrões insustentáveis de produção e consumo. O Brasil tornou-se duplamente ‘mainstream’ na medida em que, ao mesmo tempo, acompanhou o debate arquitetônico em si, e está enfrentando com soluções efetivas os desafios da grande maioria da população mundial”.

Sobre a participação brasileira na 14. Mostra Internazionale diArchitettura – A Bienal de Veneza

A Mostra Internazionale diArchitettura – A Bienal de Veneza oferece, a cada dois anos, uma grande exposição coletiva e dezenas de pavilhões nacionais. A organização da participação oficial brasileira no evento é realizada por meio da colaboração entre o Ministério das Relações Exteriores, mantenedor do pavilhão brasileiro, o Ministério da Cultura, através de aporte de recursos da Funarte, e a Fundação Bienal de São Paulo, responsável pela produção da mostra.

Serviço: Pavilhão do Brasil na 14. Mostra Internazionale diArchitettura – A Bienal de Veneza / Comissário: LuisTerepins, Presidente da Fundação Bienal de São Paulo / Curador: André Aranha Corrêa do Lago / Título da exposição: Brasil: Modernismo como Tradição / Local: Pavilhão do Brasil/ Endereço: Giardini Castello, PadiglioneBrasile, 30122 Veneza, Itália / Data: 7 de junho a 23 de novembro de 2014| webBienalArquitetura

IPH | arquitetura dos hospitais brasileiros
02/06/2014

Projetos, livros, revistas, fotos, vídeos e demais documentos, reunidos pelo IPH – Instituto de Pesquisas Hospitalares, traçam ‘linha do tempo’ da arquitetura e da construção de unidades de saúde no paí

IPHUm acervo inédito no país reúne materiais sobre a história da arquitetura e da construção de hospitais brasileiros e também de outros países, como Portugal e Paraguai. A iniciativa de digitalizar parte desse acervo é do IPH – Instituto de Pesquisas Hospitalares Arquiteto Jarbas Karman, entidade sem fins lucrativos que completa 60 anos de existência em 2014.

São livros, revistas, projetos arquitetônicos, fotos, vídeos e outros documentos que traçam uma espécie de linha do tempo da construção de hospitais desde 1949 até os dias de hoje.

Os materiais reunidos pelo IPH mostram o desenvolvimento dos hospitais, entre eles, destacam-se o Hospital Israelita Albert Einstein e o IBCC (Instituto Brasileiro de Controle do Câncer), na capital paulista e o Hospital do Câncer (Pio XII), em Barretos, interior de São Paulo.

Na bibliotecado IPH, os livros somam aproximadamente 750 exemplares. Os projetos arquitetônicos somam 6 mil plantas que abarcaram cerca de 300 projetos. Também integram o acervo coleções como Revista Paulista de Hospitais, Hospital de Hoje, Vida Hospitalar, e estrangeiras The Modern Hospital, Hospital Topics, The CanadianHospital e Das Krankenhaus, entre outras.

O acervo está disponível para pesquisa no novo portal do IPH (www.iph.org.br), que foi completamente remodelado por ocasião da celebração dos 60 anos do IPH. Ele está aberto a consulta pública gratuita, via solicitação de visita ao Instituto pelo e-mail  iph@iph.org.br ou pelo telefone (11)3868.4830.

“Trata-se de uma iniciativa pioneira e que disponibilizará um rico material sobre a evolução do conceito de arquitetura hospitalar em diferentes projetos ao longo das últimas seis décadas”, afirma Ricardo Karman, presidente do IPH.

Alguns materiais do acervo estão disponíveis para download e todos estão à disposição para consulta na Sede do IPH, que fica na rua Ministro Gastão Mesquita, 354, em Perdizes, zona oeste da capital paulista.

Exemplos de projetos arquitetônicos de hospitais do Acervo do IPH
IBCC Instituto Brasileiro de Controle do Câncer, São Paulo-SP;
Hospital Israelita Albert Einstein, São Paulo-SP;
Hospital da Universidade Federal do Espírito Santo, Vitória-ES;
Hospital de Barretos (Hospital São Judas Tadeu da Fundação Pio XII) e sua unidade móvel de diagnóstico e tratamento, Barretos-SP;
Hospital de Aeronáutica (Centro Hospitalar do Galeão), Rio de Janeiro-RJ;
Hospital de Clínicas de Pelotas (atual Hospital Universitário São Francisco de Paula), Pelotas-RS;
Hospital São Domingos, Uberaba-MG;
Laboratório Central de Brasília, Brasília-DF;
Hospital do SESI, Maceió-Al;
Instituto Nacional de Câncer e Queimados, Capiatá-Paraguai;
Hospital Ocidental Queluz, Portugal.
AACD de Osasco junto com o TELETOM, Osasco-SP e AACD de Salvador-BA;

Além de vasto acervo de publicações, imagens e projetos arquitetônicos reunidos nos seus 60 anos de pesquisa e atuação na área de arquitetura e administração de instituições de saúde, o novo portal do IPH – Instituto de Pesquisas Hospitalares Arquiteto Jarbas Karman traz o histórico, objetivos, cronologia da instituição e informações sobre a Faculdade de Administração Hospitalar, a primeira do Brasil, fundada em 1974.

Traz, ainda, a Revista IPH online, publicação técnico-científica com periodicidade semestral que tem como objetivos divulgar e fomentar o conhecimento nas áreas de arquitetura, engenharia e administração dos edifícios de saúde.

Alunos, profissionais e pesquisadores da área podem colaborar com a publicação. O objetivo é contribuir para a ampliação do conhecimento na área. Quem acessar a página poderá visualizar as datas e normas para submissão de textos para cada edição.

O portal também disponibiliza uma espécie de consultoria gratuita online na área de arquitetura e administração hospitalar, por meio do “Pergunte ao IPH”, além da biografia, projetos e artigos do arquiteto Jarbas Karman, que dá nome ao Instituto.

“É o único portal que reúne as diferentes áreas, e que certamente trará uma contribuição sem precedentes para disseminar o conhecimento técnico e científico da arquitetura e administração de serviços de saúde no Brasil”, afirma Ana Beatriz Costa, gerente de Informação, Portal e Pesquisa do IPH.

Fundado em 1954, o IPH – Instituto de Pesquisas Hospitalares Arquiteto Jarbas Karman é uma entidade sem fins lucrativos de utilidade pública que patrocina, divulga e incentiva pesquisas na área de serviços de saúde, administração e arquitetura hospitalar.

A instituição possui uma biblioteca especializada, incluindo vasto acervo de documentos, desenhos arquitetônicos, manuscritos e periódicos disponíveis para consulta pública.

Entre os objetivos do IPH estão o de incentivar pesquisas, estudos, publicações e eventos nas áreas de saúde, arquitetura, e administração hospitalar por meios físicos e digitais, além de manter contínuo intercâmbio com faculdades, universidades e institutos congêneres, no Brasil e no exterior.

Idealizado pelo arquiteto Jarbas Bela Karman, a instituição foi pioneira na formação de profissionais ligados à área da saúde, responsável pelo primeiro Curso de Técnica em Esterilização, nos anos 50, e pela implantação da primeira faculdade de Administração Hospitalar da América Latina, na década de 1970.

O Instituto também foi responsável por patentes técnicas para hospitais entre as décadas de 60 e 80, pela publicação da revista Hospital de Hoje, editada entre 1955 e 1969, e daRevista IPH, publicada de 2000 a 2007 e que passa a ser publicada em versão online no novo portal da entidade (www.iph.org.br).

Fundador do IPH (Instituto de Pesquisas Hospitalares), o arquiteto Jarbas Karman (13/4/1917 – 2/6/2008) projetou e reformulou centenas de hospitais pelo Brasil, mas também atuou internacionalmente durante sua carreira.

Seu portfólio inclui trabalhos para o Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, Hospital do Câncer (Pio XII), em Barretos; Hospital das Clínicas de Luanda (2005), Instituto Nacional de Câncer e Queimados, no Paraguai (1984) e o Hospital Santa Cruz de Lisboa, em Portugal (1991). Além de outros nos mais distantes rincões do Amazonas e do vale do São Francisco nos anos 1950.

Karman formou-se engenheiro civil pela Poli-USP em 1941, e depois, arquiteto pela mesma instituição. Titulou-se mestre em arquitetura hospitalar pela Universidade de Yale (EUA, 1952) e participou do curso sobre infecção hospitalar do Prof. Carl Walter, em Kitchener (Ontário), Canadá, em 1952. Foi professor e administrador hospitalar.

Em 1954, fundou o Instituto Brasileiro de Desenvolvimento e de Pesquisas Hospitalares, atual IPH, mantenedor da primeira Faculdade de Administração Hospitalar da América Latina, da qual foi diretor e titular da cadeira de Arquitetura Hospitalar.

Suas pesquisas no campo hospitalar são referência em publicações nacionais e internacionais, tendo ministrado inúmeros cursos e palestras dentro e fora do Brasil.| webIPH| webIPH