Obra de moradia popular recebe visitantes de todo o país | TVT

06/08/2017 - Leave a Response
Publicado em 5 de ago de 2017

Visitar 13 obras de moradias populares na capital paulista foi o programa de sábado das delegações da Central de Movimentos Populares que vieram de todo o país. Uma das visitas foi ao empreendimento Barra do Jacaré, onde estão sendo construídos quase 600 apartamentos numa experiência de autogestão.

 

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Smart Cities: cidades inteligentes ou negócios mais eficientes? | Raquel Rolnik

05/08/2017 - Leave a Response

TextoCompleto BlogDaRaquel

Smart Cities

Quem nunca passou a receber sistematicamente anúncios de um determinado produto depois de fazer uma busca por ele na internet? Agora, imaginem essa mesma tecnologia aplicada à gestão de cidades?

As chamadas smart cities são uma tendência ao redor do mundo. O que está por trás disso é a ideia de usar a tecnologia para melhorar a gestão das cidades e aumentar a eficiência dos serviços a partir da manipulação e da gestão da chamada Big Data, massa de informações que são produzidas pelos próprios cidadãos conectados, em suas ações cotidianas, gerando uma enorme quantidade de dados sobre o que elas compram, onde vão, em que lugares consomem, que serviços usam, etc.

A questão é: esses dados são reunidos e interpretados por quem? E com qual objetivo?

Em cidades onde o modelo já é adotado, os dados são monopolizados empresarialmente. Ou seja, empresas pagam para ter acesso a eles e os usam basicamente para vender coisas. O lucro de empresas como IBM ou Cisco, envolvidas nesse negócio, está menos na remuneração de um serviço e mais no uso e mercantilização das informações geradas por ele. >>Mais+

 

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Seu Jornal TVT – 02/08/2017

03/08/2017 - Leave a Response

 

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Moinho Resiste: Criminalização é usada para eliminar território popular | por Raquel Rolnik

10/07/2017 - Leave a Response

TextoCompleto | Blog da Raquel

Raquel Rolnik

No começo desta semana, uma reportagem do jornal Folha de S. Paulo afirmou que a prefeitura de São Paulo prepara uma grande operação de remoção das famílias da favela do Moinho, a última do centro da cidade, localizada muito próxima à chamada cracolândia, nos Campos Elísios. Desde o dia 21 de maio, aquela região está sendo alvo de várias ações do governo municipal, que decidiu dispersar os usuários de crack que se concentravam no chamado fluxo com força policial.

Supostamente, tanto a ação na cracolândia – onde cortiços e pensões foram lacrados e tiveram paredes derrubadas com gente dentro e moradores foram ameaçados de remoção – quanto o anúncio da remoção de cerca de 900 famílias do Moinho teriam como motivação o combate ao tráfico de drogas. Ainda segundo a mesma reportagem, a favela do Moinho abasteceria de crack a cracolândia. Ali foram efetuadas prisões e um rapaz de 17 anos foi assassinado. A polícia alega que ele reagiu à abordagem.

Em nome do combate ao tráfico de drogas, a prefeitura está classificando o conjunto de pessoas que moram, trabalham e convivem tanto nos Campos Elísios quanto na favela do Moinho como criminosos, sujeitos a desaparecer do local. O anúncio da remoção da favela faz parte de um conjunto de ações que querem remover dali um território popular constituído por moradores, comerciantes, agentes culturais, entre outros, que não são, obviamente, todos traficantes. Para piorar, não há nenhum projeto claro de para onde essas pessoas poderão ir depois de serem removidas.>>>Mais

 

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Instituto Tomie Ohtake recebe exposição sobre Rafael Braga | TVT

05/07/2017 - Leave a Response

 

Arquitetura para Todos | Bom Para Todos TVT

30/06/2017 - Leave a Response

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Prefeitura faz manobra para agilizar projetos na Luz

30/06/2017 - Leave a Response

ObservaSP

Por Equipe observaSP / TextoCompleto

A secretaria Municipal de Habitação (Sehab) de São Paulo definiu o calendário do processo eleitoral para escolher os membros do Conselho Gestor da Zona Especial de Interesse Social (ZEIS) da região da Luz, área conhecida como Cracolândia, onde desde maio estão acontecendo intervenções por parte da prefeitura e do governo do Estado. A inscrição dos candidatos termina na próxima sexta-feira (30) e a eleição está marcada para o dia 17 de julho.

Desde 2002, esse mecanismo está previsto no Plano Diretor Estratégico (PDE) da cidade. O processo eleitoral dessa vez, no entanto, considera que apenas moradores das duas quadras, na Rua Helvétia e Alameda Dino Bueno, onde já ocorreram demolições e remoções de moradores podem se candidatar a uma das vagas no conselho. Essa decisão vai totalmente na contramão da regulação histórica das ZEIS, sobretudo por afetar aquilo que é o objeto principal de seus Conselhos Gestores: a elaboração de um Plano de Urbanização para a área com a participação de seus moradores.

A Prefeitura vem considerando essas quadras como se representassem a integralidade de uma ZEIS, fragilizando a participação dos moradores e entidades com atuação na área, favorecendo a implantação do processo de transformação capitaneado pela gestão municipal. Na verdade, a ZEIS é bem maior, como é possível ver no Plano Diretor e no próprio site municipal Gestão Urbana. >>>Mais+

 

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Urbanista aponta interesse imobiliário nas ações na cracolândia | TVT

26/06/2017 - Leave a Response

Nota de repúdio – Ocupação Lanceiros Negros

16/06/2017 - Leave a Response

A Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas (FNA) vem a público manifestar repúdio pela condução da Brigada Militar e do governador do Estado do Rio Grande do Sul no caso da reintegração de posse da Ocupação Lanceiros Negros, no Centro Histórico de Porto Alegre. A federação entende que, antes de mais nada, os entes públicos precisam respeitar os direitos dos cidadãos e a sua moradia, seja ela onde for.

A FNA entende o direito à moradia como base da dignidade humana, direito esse garantido pelo Art. 6º da Constituição Federal. Cabe ao poder público dar condições mínimas de existência a essas famílias. Além disso, conclama por respeito às famílias no local residentes, compostas por crianças, adultos e idosos, que foram despejados com violência em plena noite desta quarta-feira (14/6).

Diretoria Executiva

Serviço:
FNA – Federação Nacional de Arquitetos e Urbanistas
(51) 3024-0626
http://www.fna.org.br

 

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Região da Luz em Disputa | observaSP

16/06/2017 - Leave a Response

Mapeamento dos processos em curso / Por Pedro Mendonça, Pedro Lima, Isabel Martin, Gisele Brito e Raquel Rolnik

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Luz em Disputa

Não é de hoje que a região da Luz, no centro de São Paulo, sofre pressões para torná-la mais um polo de expansão do capital imobiliário e seus produtos: centros culturais, condomínios residenciais de classe média, torres corporativas. Há várias décadas, entretanto, esse território popular, um dos bairros mais antigos da cidade, com arquiteturas preservadas, resiste a essas investidas, mesmo que isto tenha implicado em remoções, demolições e uso da violência.

As tentativas do Estado de promover essa expansão imobiliária foram inviabilizadas em função da combinação de quatro fatores: 1) A existência na área de patrimônio histórico tombado, o que impõe limitações a transformações muito radicais. Até 2013, quando esta foi suprimida, o próprio desenho do loteamento era tombado, já que a Luz era um dos últimos remanescentes dos bairros abertos no século XVIII em São Paulo, mesmo assim são dezenas de imóveis tombados pelos órgãos de defesa do Patrimônio Histórico municipal e estadual 2) A propriedade fundiária fragmentada, decorrente de séculos de heranças e divisões de propriedades nem sempre totalmente concluídas; 3) A presença de população de baixa renda vivendo em cortiços, pensões e, mais recentemente, em ocupações organizadas; 4) A concentração, desde a década de 1990, de pessoas usuárias de crack e outras drogas que, ao longo dos anos, mudam de lugar, mas sem nunca sair da região. Essas mudanças de local do chamado fluxo sempre antecedem grandes ações de lacração e demolição que, ao cabo, só aumentam a concentração de dependentes químicos e a degradação do perímetro alvo destas operações. >>>Mais+

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