Periferias resistem à burocratização em busca de uma nova cidadania

Pesquisa observou execução das políticas sociais no cotidiano da periferia da zona sul, a partir de práticas e discursos de profissionais / Por Denis Pacheco

periferias

A zona sul de São Paulo tem mais de 2 milhões de habitantes

TextoCompleto JornalDaUSP

Com uma população de mais de 2 milhões de habitantes, a zona sul de São Paulo foi objeto de uma dissertação de mestrado realizada na USP. O estudo observou a execução das políticas sociais no cotidiano da periferia da zona sul, a partir de práticas e discursos de profissionais e ativistas locais.

Formada em Ciências Sociais pela Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da USP, a antropóloga Milena Mateuzi Carmo buscou, por meio da observação dos discursos e práticas entre serviços públicos e articulações locais, entender como o dia a dia destes discursos podem tanto reafirmar a forma de poder estatal, quanto resistir a ela.

Para a pesquisadora, a resistência é alimentada por discursos que se constroem localmente a partir da mobilização de identidades que articulam marcadores sociais da diferença, tais como raça, classe e gênero, e a ideia de sofrimento gerada pela reprodução de violências institucionais ligadas a estes marcadores. >>>Mais

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