IAU USP cria concreto sustentável com resíduos industriais

O professor Javier Mazariegos Pablos, explica que o novo material, até então inexistente no Brasil e no exterior, é resultado de uma combinação de areia de fundição aglomerada com argila e escória de aciaria ou de alto-forno, resíduos convencionalmente despejados em aterros industriais por companhias siderúrgicas e de fundição.

“A união desses materiais com o metacaulim, em suas respectivas proporções, permitiu a obtenção de um concreto mais resistente que o convencional. Conseguimos alcançar uma resistência de 56 MPa [megapascal], enquanto a resistência do concreto convencional varia entre 25 a 30 MPa”, revela Pablos.

Por ser não estrutural, o novo material descoberto pelos pesquisadores do IAU-USP não deve ser empregado em estruturas como pilares e vigas. Mas seu uso ainda é amplo, uma vez que a partir deste concreto é possível fabricar bloquetes, guias, grelhas, sarjetas, contrapisos, blocos para alvenaria de vedação e quaisquer outras peças de uso não estrutural.| IAUUSP

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